III - O festival de Erobring

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Qua 23 Set 2015, 09:14

A situação era estranha para a ruiva. O seu admirador secreto aparecia mais uma vez. Mais do que isso, ele ajudava a armagedon a chegar até o prédio. Apesar da boa ação, a ruiva se sentia diferente em relação ao que ele poderia fazer antes de qualquer coisa. Mesmo assim, ela preferia um gole de café antes de poder pensar em alguma coisa. A arruaceira não se lembrava de muita coisa depois do terceiro gole da bebida azul doce, com teor alcoólico enorme. A jovem de Grung não precisava de mais problemas e pensar nessas coisas não deixaria a sua situação melhorar.

Blind mostrava os noticiários. Aparentemente, havia acontecido na noite anterior alguns “acidentes” em Nyender, além de um tentativa de atentado no Hospital de Nyender, ligado aos apocalipses. Vanille sabia que esses “acidentes” eram coisas dos apocalipses, tentando algo. O noticiário dava foco a três cadetes que conseguiram salvar os reféns, citando os nomes de Lírio Flores, Dria Gralfin e Jonas Henner. Blind parecia saber, mais do que Vanille, que se tratava de mais um dos caprichos apocalipses.

A refeição não demorou de chegar ao quarto e assim a ruiva se maravilhava com um café-da-manhã digna de rainha. O homem que trouxe desejou um bom apetite e assim a ruiva não pode deixar de sentir-se em casa. Blind e Sophie também comiam, enquanto Ariadne só aceitava um cupcake com sua boa dose de cafeína do lado. Sabe-se lá onde a aranha conseguiu, mas ela usava um óculos escuro, indicando intolerância à luz. Dentro da primeira bandeja, um bilhete:

Seus parceiros de viagem estão bem saudáveis. Não deram trabalho.
Gostaria de repetir a nossa experiência juntos...

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Qui 24 Set 2015, 00:31

Blind estava assistindo as notícias. Ao menos ela se mantém informada. A notícia da hora era um atentado ao hospital da capital. Lamento muito pelos doentes dependerem da ajuda dos cadetes. Eles só são competentes quando se trata de matar inocentes. Meus pais que o digam. Mas parece que três deles conseguiram fazer algo de útil. Suspirei e mudei de canal. Não vou ficar dando audiência para esses que querem se fazer de heróis.

A campainha tocou indicando a chegada da comida. Me levantei animada e me assustei com a quantidade de comida. Bocas temos de sobra aqui, mas será que o hotel tem o costume de servir seus hóspedes assim? Posso me acostumar com isso. Peguei tudo e levei para dentro. As aladas já estavam atacando enquanto Ariadne só aceitava um cupcake. Só agora havia reparado que ela estava usando um óculos escuros. "Acho que ainda estou bêbada."

Quando abri a primeira bandeja, me deparei com outro bilhete. Enrubesci quando terminei de ler. "Como assim repetir nossa experiência juntos? Que experiência?" Okay! Todo esse mistério está me matando. Eu sei que eu devia estar indo para Ragnarök, mas eu preciso descobrir que é o meu admirador secreto. Peguei o telefone novamente e liguei para o serviço de quarto.

— Eu acabei de pedir o café da manhã. Vocês poderiam enviar o mesmo fofo que trouxe minha refeição? Preciso falar com ele — desliguei o telefone e voltei a comer antes que as aladas devorassem tudo.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Qui 24 Set 2015, 09:36

Mais surpresas envolviam a ruiva. Depois de um dia difícil, ela estava em um quarto do Nokori hotel, com seus Pokémons curados, uma bandeja de comida na sua frente e o único som fora as mastigadas de todos era da televisão. Ariadne ainda não estava muito bem. Batalhar bêbada foi demais para a Pokémon. Talvez ela precisasse de um tempo para melhorar. Sua sorte era a grande quantidade de doce que ela comia, o que significava que evitar enxaqueca e ressaca, mas ainda tinha um sério problema com luminosidade e tinha seu corpo bem mole.

A ruiva chamava o serviço de quarto. Ela tinha que sair da cidade, mas queria voltar para descobrir quem era aquele cavaleiro. Havia muitas suspeitas no ar. A jovem pedia para enviar o mesmo funcionário que entregou a bandeja com as coisas. A jovem, por sua vez, mantinha-se ali no quarto comendo, lambuzando um pouco a cara. Ariadne ia para o banheiro e fechava a porta. O que era estranho. Depois se ouvia apenas o barulho da descarga e a aranha voltava.

Não demorava muito para alguém bater na porta. Quando Sophie atendeu, o funcionário cumprimentava a ruiva e logo ia se desculpando por qualquer coisa.

- Desculpe-me qualquer coisa, senhora, mas está tudo bem? A comida ou o serviço não está em seu agrado?

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Sex 25 Set 2015, 00:02

Confesso que fiquei surpresa quando vi Ariadne entrar no banheiro e arregalei os olhos quando ouvi o som da descarga. Enfim, acho melhor eu não ficar imaginando o que elas andam fazendo e onde andam aprendendo tais coisas.

Não demorou muito o funcionário chegar no quarto. O fofo já estava se desculpando achando que havia feito algo errado.

— Relaxa, fofo! Você fez tudo direitinho e a comida estava ótima. Na verdade, quero uma informação. Algum cavalheiro me trouxe para cá e deixou alguns bilhetes no quarto e em uma das bandejas. Então, se não for incômodo para você, gostaria que você fizesse uma pesquisa a respeito. Veja se descobre algo. Talvez a reserva do quarto esteja no nome dele, ou alguém tenha visto algo. Pode me ajudar?

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Sex 25 Set 2015, 10:41

O funcionário estava parado na frente da jovem armagedon. Sua feição rubra indicava um pouco de timidez e preocupação. Ele estava um pouco nervoso com a situação, afinal, pensava que havia feito algo de errado ali. Ariadne continuava um tanto quanto “destruída” da última noite e prova disso era que a aracnídea comia devagar o doce ao seu lado. Blind voltava a assistir Tv, fazendo o funcionário olhar curioso. Era perceptível que a dúvida do rapaz era como uma Zubat, que não tem olhos, poderia assistir uma Tv.

Sophie estava na bolsa de Vanille, remexendo ali dentro procurando algum apetrecho para poder se fantasiar. O rapaz ficou um pouco mais aliviado com a pergunta da ruiva, afinal, o problema não era ele, nem o funcionamento do hotel. Muito pelo contrário, era a questão de que Vanille tinha algumas dúvidas.

- Senhorita, não sabe o quão aliviado eu estou por não ser eu o problema. Irei fazer o possível para tentar descobrir. Eu não sei quem a trouxe aqui e a comida me deram para trazer. Desconheço a existência de tais bilhetes, mas garanto que darei tudo de mim para poder compensar sua curiosidade.

De forma bem educada e cordial, o funcionário saia, prometendo para Vanille que iria encontrar a paixão secreta da ruiva. Quando o rapaz deixava o quarto, Blind ficava nervosa, pois Sophie havia trocado o canal para um de música, aumentava o volume e começava a dançar o pop que passava como clip. Ariadne ficava mais nervosa e se colocava por debaixo dos travesseiros, a fim de se esconder do barulho e abafá-lo.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Seg 28 Set 2015, 14:44

Off: Volteei (o(

O fofo não sabia de nada, mas ao menos estava disposto a me ajudar. Ele deixou o quarto e me voltei para a pequena bagunça que as meninas estavam fazendo. Sophie colocou em um canal que estava passando um clip musical. Evidentemente as outras duas não gostaram nem um pouco disso.

— Nada de brigas, garotas. Blind e Sophie, vamos sair. Ariadne, você vai ficar aqui para se recuperar da ressaca e anotar os recados caso o fofo apareça — retornei as aladas para as pokébolas e deixei o quarto.

Deixei o Nokori e parti em direção à estação de trem. Durante o caminho, fiquei prestando atenção nas pessoas. Não quero ser vista por aqueles cadetes de ontem. Vai que ele lembra de mim!

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Ter 29 Set 2015, 09:02

Off: Welcome! )o)


A fim de parar uma possível briga, Vanille separava as aladas e deixava Ariadne dormindo entre as aconchegantes almofadas. A aracnídea poderia nem notar se alguém batesse na porta, mas no fim ela estava em paz, com seus óculos escuros e sua metade do cupcake ao lado (fora uma boca melada de doce).

Ariadne descia com as duas aves voando ao seu lado. Zubat mantinha-se nas escuras, o que não era difícil, uma vez que a cidade estava nublada e sombras era o que não faltava em Erobring. Já Pidgey se mantinha perto da ruiva. Se alguém ver, poderia dizer que era gladiadora ou stylist (já que a ruiva não tinha, nunca, perfil para seguidora de Arceus). Zubat já ligaria Vanille aos armagedons, então a jovem morcega mantinha-se mais afastada.

No caminho, a menina ficava atenta a todo e qualquer movimento. Os cadetes poderiam estar ainda à procurada da menina com o Pokémon da mãe e do irmão. A desculpa esfarrapada foi um improviso, que não durou muito. O chão das ruas da cidade estava molhado. Poças de água em vários cantos. A arquitetura feudal deixava o ambiente com uma aura cinzenta, depressiva. A estação de trem não estava longe, até porque a cidade era pequena.

Já na entrada, Vanille via um cadete patrulhando, outro qualquer, nem se deu o luxo de reparar muito bem. Ela desviava da atenção do homem da lei e seu persian e conseguia se afastar sem chamar atenção. Blind voava no tento, sem chamar suspeitas e pousava em uma das estruturas e madeira que sustentavam o teto, assistindo no grande telão a saída e chegada dos trens. Pidgey sumia de vista, mas não era nada que poderia se preocupar e ali a jovem via o movimento mediano. Pessoas aguardando embarque. Outras em celulares. Guichês para venda de passagens e entrega de encomendas. Para sorte da ruiva, com o movimento dali, o cadete não notaria a presença da menina.


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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Qua 30 Set 2015, 14:02

Off: É possível enviar dinheiro para as doubles? @.@

O clima estava péssimo e muito úmido para o meu gosto, mas ao menos minhas companheiras sabem disfarçar e isso era uma preocupação a menos para mim. Quando adentrei a estação, Blind foi logo para o teto e Sophie se misturou em algum lugar. O local estava cheio de pessoas e tinha a péssima presença de um cadete lá, mas ele era tão sonso que acho que não será um problema.

Me aproximei do balcão de entrega de documentas e apoiei meus braços nele me inclinando para dentro.

— Oiii! Algum fofo pode me atender? — eu já estava com minha identidade em mãos para poder retirar uma encomenda que chegou em meu nome.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Qua 30 Set 2015, 14:58

Off: É sim


Com a estação movimentada e as aladas não sendo problemas para Vanille, logo a menina ia até um guichê de encomendas. A ruiva esperava um pouco (uma fila de duas ou três pessoas) e por fim conseguia ganhar um atendimento. Cheia de charme e bem humorada, a armagedon caia no azar de ser atendido por um senhor de mais ou menos 40 anos, mal-humorada e sério. Seu bigode caído estilo japonês feudal combinava com a barbicha. Se ele tivesse um quimono e uma katana, daria certo para um samurai, mas na verdade, ele tinha o uniforme da estação.

Vanille foi atendida de modo ríspido. O homem tentava não falar. Pegou os documentos da menina, avaliou o seu sistema e em seguida saia para pegar a encomenda da ruiva. Ao retornar, praticamente jogava a cesta com um ovo de Pokémon dentro, esverdeado e azulado. Finalizava ainda algumas coisas operacionais e se direcionava para ela.

- Precisa de mais alguma coisa. – sua voz continua séria, mal-humorada e cheia de dúvidas dentro. O clima da cidade combinava com pessoas cinzentas como aquele homem...


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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Sab 03 Out 2015, 11:16

Off: 10.000 para Henri e 10.00 para Lilian ^^

Aiiii! Que vovô fofo mal-humorado! Precisamos urgentemente de outro festival. Mas eu não iria ficar triste porque acabei de ganhar um ovo. Nem imagino o que tenha dentro dele, se houver algo dentro já que o vovô jogou de uma forma tão brusca. Guardei o ovo em minha mochila e ouvi ele perguntar se eu queria mais alguma coisa.

— Quero siiiiim, vovô! — falei enfatizando no “sim” — Quero enviar um dinheirinho para duas pessoas — Passei as informações entreguei o dinheiro e me despedi mandando um beijinho. Saí da estação saltitando pelo meu ovinho e também para que as aladas me vissem mais facilmente.

De volta à rua, decidi voltar para o hotel e saber se havia alguma novidade do meu admirador secreto. Saí saltitando pela cidade enquanto acompanhava as aladas com o olhar.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Sab 03 Out 2015, 23:48

Off: Ok, mas vai mandar para quais cidades? ;)


O funcionário havia detestado o apelido que Vanille havia colocado nele. Com uma cara de mau-humor exagerada, ele atendia a ruiva o mais rápido possível, a fim de se livrar dela logo. Embora tentasse, ele parecia transbordar de raiva e por isso acabava tendo que repetir a operação uma ou duas vezes. No fim, a armagedon conseguia terminar a transação e se despedia, visando voltar para o hotel.

Quando Vanille se mostrava saindo da estação, Blind estava desatenta, olhando para os letreiros dos trens que partiam e chegariam. Das encomendas e alguns dados que eram emitidos no telão. A morcega estava tão entretida que não notou a sua mestra indo, até que os pios de Sophie ecoavam no microfone. A ave parecia ter encontrado o seu palco de show, em uma cabine onde um homem passava informações por áudio através das caixas de show espalhadas estrategicamente pela estação.

O pio de Sophie parecia mais um monte de coisa que não entendia, mas o ritmo que a pokémon piava era no ritmo de uma música pop bem conhecida. Não demorou para o locutor começar a expulsar a ave de sua cabine e a deferir palavras grosseiras, tudo isso audível para toda estação ouvir, uma vez que o microfone estava aberto. A confusão tomou a atenção de Blind, que via Vanille saindo pós a seguir sua mestra. Quando Sophie foi expulsa da cabine, o locutor pediu desculpas e pós a passar as informações.

De volta para o hotel, a viagem fora rápida, no entanto fria. Erobring não chegava nem na tarde ainda e gemia de frio. Blind mantinha-se nas sombras da cidade, enquanto Sophie não se incomodava de manter ao lado da menina ruiva. Ao chegar em Nokori, o funcionário ia até a arruaceira.

- Senhorita... A única coisa que eu soube foi que a reserva ficou no nome do sr. Palmer. Foi a única coisa que conseguir saber.

Depois de quase um dia de mistério, Vanille tinha um nome (ou sobrenome). O funcionário ficava triste por ter descoberto apenas um nome para a menina, mas pelo menos, um nome era melhor do que nada...


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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Qua 07 Out 2015, 09:33

Off: Desculpa! Eu esqueci de avisar XD Henri em Nyender e Lilian em Chermont
Off2: Sophie aprontando... ela vai fazer trio com a Katie e o Haunter :P

Assim que entrei no hotel, o funcionário fofo agente secreto me informou que conseguira somente um nome. Sr. Palmer... Sr. Palmer... não faço a mínima idéia de quem seja. Agradeci o fofo e dei uma gorjeta de 100 pós e voltei para o quarto.

Blind foi direto para tv. Logo localizei Ariadne babando na cama abraçada com cupcake. Eu estava louca para deixar a cidade, mas a curiosidade em descobrir a identidade do admirador secreto era grande. Me joguei na cama e comecei a balançar as pernas. Enquanto pensava, lembrei que ainda teria que ir no Kazumi pegar algumas coisas que havia deixado lá.

- Já sei! - gritei animada o que acabou acordando a aranha - o restaurante dos fofos! Eles devem ter boas informações - retornei as três para as pokébolas e deixei o hotel (de novo). Minha próxima parada seria o restaurante Kiga.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Qui 08 Out 2015, 09:28

Off: Certo XD


Com a gorjeta, o funcionário do hotel agradecia felizmente para a jovem ruiva. Parecia ter ganhado algo precioso, mas manteve a classe. Na verdade, não era a gorjeta que lhe agradava, mas a satisfação da arruaceira. Retornando para o quarto, a curiosidade da ruiva estava sendo aumentava a cada passo, enquanto ela pensava no nome. Sr. Palmer... Logo a ruiva se despertava e queria ir atrás de informação. Viraria uma agente secreta e iria atrás de mais informações.

Recolhia as suas Pokémons e voltava para as ruas mais uma vez. O ovo pesava na sua bolsa, não muito, apenas o suficiente para perceber que havia algo a mais ali dentro. As ruas desanimadas, começava a chuviscar uma água bem gélida. Fora uma boa caminhada até a rua da Mente, onde estava o trailer correspondente ao restaurante Kiga. Estava vazio, como se esperava para aquela situação.

De longe se via o rapaz caminhando de um lado para o outro, segurando um relógio na mão e reclamando do horário. Dentro do trailer, um Ludicolo mantinha o mesmo ritmo apressado para poder ajudar o seu mestre nos afazeres.


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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Sab 07 Nov 2015, 21:28

Bloqueada devido a crise.

Para desbloqueio clique aqui

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Alice em Qui 17 Dez 2015, 22:35

Desbloqueada.
Não há outras doubles bloqueadas.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Sex 18 Dez 2015, 01:18

Off: eu já estava com saudade da Vanille :')

Para minha sorte, praticamente todas as pessoas sabem onde fica o restaurante dos fofos. Uma fofa qualquer me indicou a rua e segui ávida em descobrir sobre o Sr. Mistério. O peso extra na mochila me lembrava do bebê que eu carregava. Não posso ser desastrada senão vou acabar quebrando ele. “Será que se come ovos de Pokémons?” Não demorou muito até eu conseguir avistar o trailer. Saí saltitando animada e adentrei o local com toda a animação do mundo.

― Olá fofo!!!

Sabe aquele momento que você recebe um banho de água fria? Pois é. O lugar estava super vazio e sem graça. Me aproximei do fofo e olhei curiosa para ele.

― As coisas estão ruins por aqui? Poderia melhorar um pouco mais o Marketing ou quem sabe fazer umas promoções... Eu queria um favorzinho seu ― fiz um olhar de Skitty pidão.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Dria Galfin em Sab 19 Dez 2015, 15:06

Off: Estarei assumindo a sua rota, espero que se divirta =P

Nao precisou muito para que a ruiva conseguisse chegar ao restaurante, a jovem logo foi recebida pelo Poochena que pedia claramente uma bela afagada em suas orelhas.


No balcão um rapaz com chapéu de Chef terminava um prato para o cliente da unica mesa ocupada, ao ouvir as palavras de Vanille o mau humor ficou estampado no rosto do jovem que por alguns milímetros errava o molho em que usava como enfeite do prato.

Foi preciso muita rapidez de Vanille para desviar do pano de prato jogado em sua cara enquanto o Chef gritava controladamente:

- Se quer um favor TRABALHE POR ELE! Agora pra cozinha e me deixe trabalhar
em paz!

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Dom 03 Jan 2016, 14:29

Off: Desculpa a demora xp
Off2: Uns posts atrás eu depositei dinheiro para Henri (Nyender) e Lilian (Chermont), mas o Ay trocou as cidades XD Você poderia ajeitar? °w°

— Oi cachorrinho fofinho! — acariciei a cabeça do canino e fui saltitando alegre para ver o fofo. Precisei de um bom reflexo para me desviar de um pano de prato do mal. “Por que esses fofos sempre estão estressados? Precisam relaxar mais”

O fofo queria que eu trabalhasse para conseguir meu favor. Tá né... fazer o quê? Saí saltitando para a cozinha, mas antes mandei um beijinho para o estressadinho.

— Então... qual vai ser meu trabalho? — dei uma boa olhada ao redor e já estava animada para fazer alguma loucura culinária.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Dria Galfin em Qui 07 Jan 2016, 10:40

Vanille passou para a cozinha enquanto o Chef cuidava do prato para o único cliente do estabelecimento no momento, Poochena seguiu a garota claramente arfando e pedindo carinho enquanto balançava a cauda alegremente, ao contrario do dono o cão parecia estar de bom humor.

Nao demorou para que o garoto voltasse para a cozinha apontando para a pia de louça suja dizendo:

- Limpe essa louça antes que o movimento real comece! E não quebre nada!

Sem mais explicações o Chef seguiu para o fogão começando a preparar um novo prato.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Sex 15 Jan 2016, 19:50

Depois de me deixar esperando, o fofo estressadinho voltou dizendo qual seria meu serviço. Okay! Lavar pratos! Não deve ser tão difícil, apesar de onde eu estava morando não ter que me preocupar com pratos ou copos. A única coisa que me preocupou foi o fato de ainda ter o “movimento real”. Peguei um avental e mãos à obra.

Posso dizer com todas as palavras que eu preferia invadir algum lugar do que estar lavando pratos. “Mas que trabalho chato!” Um a um eu ia ensaboando, enxaguando e colocando de lado. Comecei a cantarolar e dançar enquanto lavava. “Por quanto tempo que vou ter que ficar aqui? Será que até aqui fechar? O que não faço por uma curiosidade!” Suspirei e continuei.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Dria Galfin em Qui 21 Jan 2016, 12:21

Guiada pela curiosidade Vanille conseguiu limpar tranquilamente a primeira leva de losa, porem assim que a garota terminou de enxaguar o ultimo prato uma pilha de novos utensílios de cozinha quase magica por seu tamanho foi colocada ao lado da garota com uma ordem alta e clara:

- Lave isso rápido e descasque as batatas!

Olhando para as batatas Vanille descobriu com desgosto que havia um saco de 5kg a ser descascado, uma pequena movimentação de ajudantes começava a se fazer notar na cozinha, o que deixava claro que logo o horário de movimento começaria no restaurante.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Sex 05 Fev 2016, 15:04


Esse deve ser o trabalho mais chata que existe! Os pratos estavam lavados e prontos para serem sujados de novo. Espero que não tão rápido assim. Parei alguns segundinhos para respirar e, quando me virei, ja havia uma nova montanha de pratos imundos com o extra de um saco de batatas para seres descascadas.

― Senhor Admirador Secreto, espero que você valha a pena ― eu lavava já entediada e apressada. Não que eu não goste de trabalhar, mas lavar pratos é um saco (de batatas).

Parecia que tinha levado uma eternidade para lavar tudo aquilo. Agora era horas das batatinhas.

― Vamos lá, fofas! ― eu até tinha ficado animada por mudar de função, mas essa animação foi-se embora quando conheci minha primeira batata. Demorei muito pra descascar a primeira. Obviamente eu estava preocupada em não me cortar, mas, lá pra 15° batata eu estava pegando o jeito.

A cozinha estava ficando movimentada e algo me dizia que isso não era bom

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Bianca.red em Dom 28 Fev 2016, 22:30

off: cheguei pra te narrar, espero que se divirta \o\
off¹: dei uma lida rápida na sua rota, então me desculpe se rola alguns errinho >.>



Torcendo muito para que a resposta que conseguisse do "fofo", valesse a pena tudo o que estava tendo que fazer naquela cozinha, Vanille finalmente conseguiu terminar de lavar a ultima louça da segunda leva e logo foi dar um jeito em todas aquelas batatas. Percebendo que aquele seria um trabalho muito mai longo, chato e perigoso do que tinha imaginado, a armagedon pode apenas suspirar antes de começar a descascar todas aquelas batatas.

Enquanto tirava uma casca de batata da blusa antes de pegar outra, imaginando se aquele saco tinha algum fim, Vanille não pode deixar de notar o movimento crescendo cada vez mais. Vanille tinha uma mal pressentimento sobre isso, mas ainda assim se manteve atenta ao seu trabalho e depois de mais um tempo, em que ela começou a achar o cheiro de batata crua enjoativo, as batatas finalmente acabaram. Vanille já estava pronta para sair de lá para conseguir o que queria, mas antes que tivesse chegado perto da porta, um dos ajudantes a arrastou de volta para a pia (que já estava lotada de novo) e disse que o gerente falou que só falaria com ela quando a hora de maior movimento acabasse e quando aquela pia estivesse completamente vazia....

Aquele parecia ser o pior pesadelo de Vanille, que não aguentava ver mais e mais pratos sujos, panelas e utensílios sendo colocados naquela pia sem qualquer intervalo para a armagedon. Quando as mãos dela estavam começando a doer e a parecerem de alguma velha de tão enrugadas que estavam, o dono do restaurante entregou um prato grande do macarrão especial da casa e finalmente parecia estar disposto em ouvir a pergunta da arruaceira.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Seg 29 Fev 2016, 00:34

Off:
1. Bem vinda, Bia ^^/
2.Não se preocupe com os errinhos... acontece ;D


Realmente a pior parte do dia está sendo ao lado dessas queridas batatas. “Será que eles usam tantas assim? Ou só é para dar trabalho mesmo?” Depois de um bom tempo dedicado a elas e já enjoada com aquele cheiro, finalmente todas estavam descascadas. Me levantei animada toda saltitante para sair da cozinha. “Vou ter minha resposta! Vou ter minha resposta!”. Quando estava quase saindo, um fofo ajudante me puxou pelo braço e me guiou de volta para a pia.

― Mais pratos!? O fofo zangadinho é malvado ― fiz bico e comecei a lavar a nova pilha.

Para tentar não cometer nenhum atentado ali, e quando falo em atentado me refiro a beijar um fofo cozinheiro mesmo, comecei a cantarolar enquanto lavava. Realmente isso ajudou muito e o tempo passou e os pratos estavam limpos. Pulei de alegria e bati palmas pelo sucesso.

― Parabéns fofos! Mas só acho que vocês deveriam falar mais! ― mandei um beijinho no ar pra eles e logo vi o fofo zangadinho chegar trazer comida. Realmente eu estava com fome. Peguei logo um prato e me servi. ― Então, fofo, eu sei que você conhece muitas pessoas por aqui e eu gostaria de saber sobre alguém. Eu não sei o nome dele, mas o sobrenome é Palmer e deve ter muito dinheiro já que pagou uma estadia no Nokori pra mim ― enfiei uma boa quantidade de macarrão na boca e continuei ― Você pode me ajudar?

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Bianca.red em Seg 29 Fev 2016, 19:31

Muito feliz por todos não ter mais pratos para lavar ou alguma batata para descascar, Vanille foi diretamente falar com o dono daquele restaurante Kiga, que já a estava esperando com um bom prato de comida e aparentemente disposto a responder suas perguntas. Sem querer perder ainda mais tempo naquele lugar, Vanille logo começou a comer e perguntou exatamente o que queria fazer, fando o homem ficar quieto e pensativo por um momento, provavelmente tentando lembrar se já tinha escutado esse nome ou alguém que se encaixasse na vaga descrição que a armagedon deu.

- Não me lembro de ter visto ele por aqui algum dia, mas já ouvi algumas pessoas comentando sobre alguém com esse sobrenome. Pelo que ouvi, ele é filho de uma dessas famílias ricas e tradicionais aqui de Erobring, mas ele não é conhecido por ser exatamente o que a família dele esperava. - Comentou ele antes de parar novamente, talvez para tentar lembrar de mais alguma coisa antes de continuar. - Como eu disse, tudo isso veio de conversas que ouvi ou que me contaram e se forem mesmo verdade, ele deve estar agora na biblioteca, escondido dos pais fazendo compras pelo celular ou algo do gênero. - Concluiu ele antes de se levantar e voltar a cuidar do restaurante, avisando apenas que qualquer outra coisa que Vanille quisesse comer depois daquele prato seria cobrado.

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Re: III - O festival de Erobring

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