III - O festival de Erobring

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Ter 25 Ago 2015, 01:55

Por que ela está me seguindo? A culpa é minha se eu nocauteei o pokémon dela? Ou será que ela esqueceu que foi ela que me atacou primeiro e me atrapalhou em minha captura? Eu sei que tais perguntas são demais para o cérebro loiro dela raciocinar. É melhor ignorá-la do que tentar impedi-la de me seguir. Além do mais, o cheiro do esgoto não permite que eu sinta o perfume enjoado dela. Isso é um ponto positivo.

O lugar estava ficando escuro e tendia a piorar. Meu desejo era sair logo dali, me livrar da loira e tomar um belo banho. Houve alguns momentos em que o cheiro do esgoto ficava muito forte. Diversas vezes levei minhas mãos ao nariz e tive ânsias de vômito.

Depois de alguns minutos, horas, sei lá... ouvi alguns passos. Meu coração disparou e fiz sinal para que a outra parasse. Esperei um momento e espiei discretamente. Fiquei aliviada ao ver que eram apenas dois pokémons passando. Ver um Minun me fez lembrar de algo.

── Você me culpa por ter cansado o seu Drowzee. Ok! Você é culpada por minha Zubat estar cansada e paralisada, portanto, indefesa. Se quisermos sair daqui, precisaremos trabalhar juntas. Se minha Zubat for atacada e desmaiar, não conseguiremos sair daqui. E tenho certeza que você não quer ficar perdida nesse esgoto. Então, você ficará responsável pela nossa proteção, já que sua Pawniard está bem.

Nem esperei pela resposta. Me virei e continuei a seguir Blind. A loira sabe que eu tenho razão. Sem Blind, ficaríamos perdidas aqui.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Ter 25 Ago 2015, 10:16

Se por um lado Vanille tinha todos os seus Pokémons cansados e paralisados, por outro ela tinha Blind que mapearia o esgoto. No entanto, ela ainda era dependente da loira apocalipse, que tinha ainda um Pokémon que estava em perfeita saúde. Pawniard não se incomodava com o cheiro, aparentemente, enquanto sua dona aparecia se incomodar a cada passo. Vanille jogava logo na cara dela a situação. A loira abriu a boca para retrucar, mas deu a entender que a sua rival estava certa, então apenas cruzou os braços e inchou a cara, voltando a seguir a morcega.


Hora ou outra Vanille ouvia a loira reclamar e perguntar quem nomeou ela a líder. Ignorando, o grupo passava pelos ratinhos, que saiam correndo assustados e assim o grupo continuava. Depois de um tempo caminhando, ouvia-se um barulho alto entre os becos. Zubat entrava por um grande cano, que deixava com que a ruiva caminhasse ali em pé. A Pokémon estava lenta, mas era possível acompanha-la. A escuridão envolvia as duas e Vanille sentia a loira segurar na sua mochila. Quando estava saindo do cano, para um ambiente de melhor iluminação, Vanille percebeu que era a loira, mas sim Spinarak em sua mochila. Pior do que isso, percebia que estava ao lado de Pawniard e não via nem sua Zubat nem a loira. Spinarak ria e esticava as patinhas, abraçando a ruiva, mostrando a personalidade da mesma de outrora.

Zubat

Após sair do beco que era um cano, a loira espirrava várias vezes e se deparava com apenas o Zubat. A loira olhava de um lado para o outro e ouvia o barulho de modo mais audível. Em uma das câmaras estava acontecendo o que parecia uma festa e era possível ver uma luz forte. Mas quem era um doido para fazer uma festa no esgoto?

- Pronto, vamos lá pedir ajuda. Ops! Pawniard?

Zubat já ficava bem atordoada por ter se perdido de sua mestra, enquanto a loira não se importava tanto por ter se perdido de sua Pokémon steel. A Pokémon voadora tentava voltar para o beco de cano, mas era impedida pela loira, que argumentava que tinha achado pessoas, possivelmente, e poderia sair dali.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Seg 31 Ago 2015, 23:40

Como é insurpotável está presa nos esgotos com uma garota que reclama de tudo. Se ela tivesse sido perseguida por cadetes como eu fui e tivesse que viver em uma floresta, certamente não duraria um dia. Passamos pelos ratinhos e seguimos em frente. Blind sempre seguia na frente nos guiando. Eu nem consigo imaginar o quanto deve estar sendo dolorido para ela fazer isso. Afinal, ela está com paralisia.

Depois de um tempo caminhando, começamos a ouvir um alto barulho. Isso poderia ser um bom sinal, ou não. Blind entrou em um grande cano e todos a seguimos. O ambiente estava ficando mais escuro e difícil de enxergar. Eu já estava começando a usar meus instintos para "enxergar" Blind. Senti um peso na minha mochila e imaginei a loira se segurando em mim. Certamente ela deve estar morrendo de medo.

Finalmente saímos do cano. Eu já ia me virar para dizer para a loira que ela já podia largar minha mochila. Foi então que percebi uma Spinarak. Pelo jeitinho fofo dela, parecia ser a mesma de antes. Blind e nem a loira estavam ali. A pawniard dela me encarava e eu retribuía o olhar.

— Como eu fui me perder de Blind!? — eu me perguntei quase gritando enquanto girava com os braços abertos. Pude ouvir minha voz dando eco dando um ar mais dramático ainda. — Pawniard, precisamos encontrar Blind e sua dona. Então eu preciso que confie em mim. — Depois me voltei para a Spinarak que insistia em me abraçar ­— Oi fofinha! É bom vê-la novamente. Então, você ainda quer aquele docinho que te ofereci antes? — perguntei enquanto pegava a pokébola em que havia passado a berry. Espero que ao menos tenha um leve cheiro ainda.

Blind's POV

Se não bastasse a estática que percorre meu corpo, agora eu me vejo sozinha com esta maníaca. Vanille cadê você??? Como ela foi se perder de mim!? Eu estava sendo tão didática... Isso é o que dá os humanos não terem capacidades ultrassônicas.

O barulho que ouvi antes era de uma festa que estava acontecendo. Eu, como uma bela Zubat informada por sempre estar lendo, sei que humanos jovens gostam de raves em lugares estranhos. Acho que pode ser isso.

Mas agora minha prioridade não é achar a saída e sim encontrar Vanille. Tentei refazer o caminho, mas a maníaca me impediu de passar dizendo que queria falar com os outros humanos. Ela é louca? E se não forem jovens se divertindo? E se for alguma lenda urbana de um serial killer? Sim, eu li sobre isso. Eu poderia simplesmente hipnotizá-la, mas, quando ia fazer isso, a estática me impediu e doeu tudo. Eu quero Vanille de volta!!!

Sem muitas opções, consenti em segui-la por enquanto. Vamos ver o que ela irá descobrir com esses humanos. Só sei de duas coisas: primeiro, minha prioridade é achar Vanille; segundo, se a loira se meter em encrenca, bye bye.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Ter 01 Set 2015, 10:42

O choque de Vanille foi grande ao perceber que havia se perdido de sua Pokémon rastreadora. Blind não estava mais com ela e agora, além de não saber o caminho, estava perdida. Pawniard estava ao lado da gangster, também procurando sua mestra original, e a Steel não tinha opção a não ser encontrar uma saída na rival de sua mestra. A loira, por sua vez, estava perdida ali também, mal poderia saber onde estava, a não ser por Blind, que poderia usar suas habilidades para voltar a encontrar a sua mestra.

Mas a surpresa maior era de reencontrar com a Spinarak de mais cedo. A pokémon parecia ter seguido o grupo ou estava nos esgotos, encontrando Vanille por acaso. Programado ou não, a menina ruiva prosseguia em seu plano de captura e quando Spinarak tocou na mancha doce da Pokébola, adorou e logo era envolta por uma aura vermelha e sumia no ar, para dentro da esfera.

A esfera tremia um pouco na mão da menina, mas logo indicava que a captura havia sido completada com sucesso. Com a Pokémon capturada, Pawniard pronta para ajudar, a gangster saia de volta pelos becos escuros atrás de sua Pokémon. Não era possível ver nada, mas a jovem pelo menos ouvia algo que era a respeito de um tipo de festa no esgoto. Seria viável seguir?


Blind

Blind não estava nada satisfeita de ter se separado da sua treinadora. Por conta disso, ela estava a mercê de ficar com a loira que não estava nem ai nem para a sua Pokémon steel, nem muito menos pela gangster armagedon. A loira conseguia convencer Zubat a ir até onde vinha o barulho. A morcega era empurrada pela loira estérica. Os pensamentos de Blind ainda fantasiavam pelo grande número de livros e jornais que a morcega já leu.

O barulho ficava mais alto, ao passo que a dupla se aproximava. A loira estava indefesa, tendo Blind como única chance de saída. Ao entrar naquela área, o fedor era igual, mas agora misturado com cheio de coisa queimada e barulho que se misturavam ao som. Várias pessoas, vestidas com jaquetas de couro, penteados bem chamativos. Em vários pontos, Pokémons batalhavam de um lado para o outro. Eram Chimchar contra Mankey, Teddursa (nada fofo) contra um Purrloin. Batalhas pareciam ser o foco daquela “festa”. A loira chegava assim que o Chimchar queimava todos os pelos do macaco lutador e esse caia fora de combate.

A loira olhava tudo, mas parava no alto onde estava uma tampa de metal que dava acesso as ruas de Erobring. Ela estava até pronta para ir, mas se lembrava de sua Pokémon. Parecia que a presença da menina era notada, afinal, quem era a única arrumada ali no meio de tantos, aparentemente, gladiadores?


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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Qua 02 Set 2015, 21:03

off: gostei da personalidade dela @.@ Maníaca por doces igual a Chantily da Katy
off²: Os stats da Spinarak estão como "x"

A captura foi um sucesso! Dei um pulinho de alegria me esquecendo por um segundo da minha condição de perdida. A melhor alternativa era refazer o caminho e ir atrás de Blind. Ao menos a Pawniard parecia querer cooperar.

Voltei pelo cano escuro e segui pelo mesmo caminho. Repentinamente, eu parei e ouvi algo que parecia ser de uma festa. Que tipo de pessoas faz festas no esgoto? Mas festa é festa e isso pode ser divertido. Liberei Spinarak da pokébola e sorri para ela.

— Olá de novo fofinha! Vou te chamar de Ariadne. — Lembrei de duas coisinhas que iriam me ajudar bastante. Peguei as TM´s Shadow Ball e Flash e toquei a pequena aranha com elas. — Vamos trabalhar juntas para encontrar Blind e sair daqui. Ok!?

Ariadne subiu nas minhas costas e segui pelo caminho do som. O flash poderia ajudar no caminho, mas isso me revelaria muito facilmente e eu não sei que tipos de pessoas irei encontrar.


Blind´s POV

O barulho aqui é horrível. E que cheiro é esse? A única coisa que sei é que esses humanos não são confiáveis. O fato de estar ocorrendo batalhas em todo lugar era assutador. Eu poderia estar no hotel assistindo as fofocas da Pokénews, mas estou aqui. Ainda vou escrever minha autobiografia.

Localizei rapidamente a saída e isso me alegrou muito, mas não posso sair daqui sem Vanille. E, se não bastasse isso, percebo que o clima está um pouco estranho. Todos começam a olhar para a loira. Tenho certeza que ela não está camuflada no meio deles. Além disso, eu não sei o que eles pretendem e isso me preocupa. Voei para perto dela e lancei um olhar para que ela não fizesse nenhuma besteira. Tá! Eu não lancei um olhar, já que nós, Zubats, não temos olhos. Mas acho que ela entendeu.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Qui 03 Set 2015, 10:41

Que bom que gostou! ^^
Na hora a Shindex estava fora do ar. Editando! ;)


Enquanto a loira estava diante de uma festa de gladiadores, coberto de cheiros estranhos e batalhas sangrentas, Vanille se encontrava entre os canos escuros, diante de uma situação bem amigável. Pawniard estava disposta a ajudar e agora a ruiva poderia contar com a ajuda de Ariadne, a Spinarak viciada em doces. Enquanto a Pokémon aracnídeo se ajeitava nas costas da armagedon, essa aplicava duas Tms na pequena aranha e assim ela estava pronta.

Um foco de luz abria-se em meio ao beco e logo a ruiva conseguia ver claramente por onde ia. Enquanto isso, na festa, a loira chamava cada vez mais atenção, enquanto Blind tentava alertá-la. A loira parecia não ter um raciocínio tão rápido quanto a Poison voadora e por isso não percebei nem quando alguns gladiadores se aproximavam dela com olhares bem maliciosos. A saída estava perto, faltava apenas Vanille.

Nos becos de cano, Vanille se deparava com uma bifurcação nos canos, e cada uma tinha o mesmo barulho da música. Pawniard apontava para um caminho, enquanto Vanille pensava em outra, mas quem tomou a decisão foi o Pokémon lança-teia, que usava seu golpe de seda para sair se lançando no meio do cano da direita como se fosse “Tarzan”. Spinarak parecia ter sentido alguma coisa. A cara pintada nas costas de Ariadna era de um alguém que encontrou um tesouro e lá se ia o foco de luz, enquanto Pawniard e Vanille seguiam.

Depois de correr um bom caminho no cano, logo ouviam o som mais alto da festa. Spinarak entrava em uma ala e Vanille seguia a Pokémon. Quando deu por si, a ruiva estava em uma festa de gladiadores, onde ocorriam batalhas e palavras bem grotescas. Spinarak estava dentro de uma tigela com um líquido azulado que pelo cheiro era altamente alcoólico, mas a pequena aranha estava interessada mais no sabor doce que aquela bebida tinha.

Ao lado, a loira era vista, com dois caras segurando os braços dela, enquanto a apocalipse dizia palavras nada agradáveis. Enquanto isso, Zubat voava ao redor de sua ruiva parceira, agradecendo por não ter que ficar mais perto da loira, apontando o local da saída. Spinarak estava bem tonta, parecendo bêbada e a paralisia de Zubat cansava a pokémon mais rápido.


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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Dom 06 Set 2015, 21:21

off: Ah tah! Foi mal ^^"

Com o foco de luz, segui pelo cano. Parei diante de uma bifurcação e a dúvida começou. Pawniard queria ir por um caminho, mas eu queria o outro. Escolher o caminho errado iria nos garantir uma caminhada desnecessária. Pensei um pouco em qual decisão tomar, mas, antes de anunciar minha escolha, Ariadne saltou e usou sua teia "à la Homem-Aranha". Por uns segundos eu fiquei boquiaberta assistindo a aranha se balançando pelo cano da direita, mas Pawniard me cutucou para seguirmos. Detalhe: cutucada de uma Pawniard dói muito.

Enquanto seguíamos a spinarak, percebi que o som estava aumentando gradualmente. Seja lá o que esteja acontecendo, já já irei descobrir.

Quando dei por mim, havíamos chegado em uma grande ala. O som estava muito alto e batalhas pokémons ocorriam ali. Vi Ariadne dentro de uma tigela cheia com alguma bebida. Blind veio voando apressadamente em minha direção. A morcega me apontou para uma direção que parecia ser a saída dali.

— Obrigada, Blind! Você pode descansar agora — retornei a morcega e avistei a loira em uma situação nada confortável. Eu não podia deixar aquela patricinha aqui. Ela vai ser devorada. Ariadne parecia estar bêbada, mas vou precisar dela. Me aproximei e apontei o dedo para os dois que a seguravam. — Ei valentões, soltem a garota! Vocês devem ser muito durões para atacar uma garota indefesa.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Ter 08 Set 2015, 10:37

No fim, Vanille tinha uma aranha bêbada, havia encontrado a saída e Blind estava segura dentro da Pokébola. A tampa do bueiro estava bloqueado com pessoas vestidas de modo muito suspeito como rockeiros. A loira estava sendo atazanada por dois homens, enquanto Pawniard ameaçava eles dois com suas garras. A ruiva defendia a loira, deixando-a surpresa, uma vez que essa estava batalhando contra a armagedon há poucas horas, simplesmente pelo fato de não terem ido com a cara uma da outra.

Os homens riam. Spinarak ria, não pelo dito, mas porque estava bêbada, assim como muitos outros. Seja lá o que tinha naquela bebida azulada, era bem doce e deixava as pessoas bêbadas rapidinho. Os homens seguravam a loira mais forte e assim mostravam para Vanille que não iam cooperar com ela.

- Nos dê três bons motivos para soltá-la! – ria o moreno careca, enquanto o outro de cabelo vermelho-tingido espetado colocava a sua língua com o piercing para fora.

- Eu te dou apenas um. Pawniard, please. – a loira parecia mais confiante com o seu Pokémon ali perto. Foi só a reação da loira e a Steel/Dark erguia suas garras e encravavam no pé dos dois homens, que sentiam a dor horrível, ao ponto de soltar a loira. – Agora saiam da frente.

A posição de submissa da loira era trocada diretamente pela posição de autoritária. A reação de Pawniard não foi muito boa. Logo, as batalhas ao redor paravam, as pessoas da festa avistavam o acontecimento e em seguida se envolviam em uma multidão, deixando apenas a loira, a ruiva e seus Pokémons no meio, enquanto os dois homens atacados emanavam a cara de fúria.

Não demorou para um gritar “briga” e todos começarem a levantar as mãos para o alto em um uníssono “briga, briga, briga”. Os gladiadores atacados não reagiam contra o desejo do povo e assim liberavam seus parceiros. Uma nidoran fêmea aparecia, arrastando sua pata no chão e bufando uma fumaça furiosa, enquanto um Dwebble aparecia com sua casa de pedra em suas costas.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Ter 08 Set 2015, 20:29

off: "Os homens riam. Spinarak ria," imaginei uma cena hilária com Ariadne segurando uma garrafa de Vodka XD


Não sei porque eles riram. Será que eu fui tão engraçada assim? E Ariadne está rindo também. Ela está na maior brisa. A atitude dos homens de segurar a loira com mais força só indicava que não iriam cooperar comigo. Eu não sei lutar e, mesmo se soubesse, estou em grande desvantagem.

Eu estava pensando nos três motivos quando a loira agiu primeiro. Devo admitir: gostei da atitude. Ver a loira agindo com atitude e não com fragilidade me dava mais segurança. Ela pode ser útil. Eu acho...

Percebi que o barulho cessara e as batalhas também. Olhei ao redor e vi que todos estavam nos observando. Aos poucos as pessoas iam se aproximando nos deixando no meio. Ariadne sorria e acenava para todos.

Quando dei por mim, todos já estavam gritando por briga. Os dois grandalhões que foram atacados por Pawniard lançavam seus pokémons. Olhei para a loira e disse:

— Parece que não há outra maneira de sairmos daqui. Precisamos vencer esta batalha — mirei para Ariadne que continuava a acenar para todos e imaginei como seria batalhar com uma pokémon bêbada. Dei de ombros, já que não tinha outra opção — Ariadne prepare-se para a batalha. Se vencermos, prometo comprar mais doces para você — Eu não sei se ela me entendeu. Mas ela se moveu e se posicionou ao lado da Pawniard. — Muito bem! — Me dirigi para os dois brutamontes — se vocês querem uma batalha, terão uma! Ariadne, use Flash e Scary Face no Dwebble.

"Vamos ver como uma pokémon bêbada se sai em ação."

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Qua 09 Set 2015, 10:03

Primeira vez que ela experimenta o fogo azul XD



Bêbada, Ariadne batia palmas ao perceber que ganharia mais doces. A Pokémon aracnídeo sorria de tudo e de todos e caminhava de um lado para o outro ao lado de Pawniard. A Pokémon dark já estava em posição de batalha e a loira estava ao lado de Vanille passando a mão nos braços, enquanto aliviava a dor de ter sido machucada pelos dois caras. Esses, estavam com o pé ferido, mancando, mas para aquela batalha os dois julgavam não precisar mais de movimentos. Atrás deles, a escada que levava para as ruas de Erobring.

- A propósito, obrigada por me ajudar. Sou Sabrina. – a loira se apresentava, sem desviar os seus olhos dos homens em sua frente, como quem jurasse os dois de morte – Pawniard, feche os olhos por conta do Flash e em seguida use Leer. Ataque Nidoran.
- Tolas, vão perder – o careca dizia. – Nidoran, avance com Scratch e em seguida Double Kick.
- Dwebble, proteja-se da luz com sua casa de pedra e ataque com Fury Cutter constante.

As pessoas ao redor continuavam gritando e a batalha principal se dava. Várias pessoas começavam apostas ao redor das duas, quando naquele momento Pawniard fechava os olhos e esperava, enquanto Dwebble ficava protegido debaixo de sua carapaça de pedra. Ariadne, sorrindo, emitia um grande flash de luz, cegando todos, mas Pawniard estava protegida, assim como o inseto de pedra. Nidoran seguia com seu Scratch, mas Ariadne conseguia evadir por sorte, uma vez que não parava quieta em campo, devido a embriagez.

Pawniard usava Leer, mas Dwebble estava protegido dentro de sua carapaça; Nidoran recuava, um pouco temerosa, enquanto o seu parceiro saia do modo de defesa e saltava para cima de Pawniard com Fury Cutter. Suas garras brilhavam vermelho-escarlhate. A steell era lançada um pouco para trás, mas reagia bem. A stell pulava, usando a carapaça de pedra como suporte, e caia em cima de Nidoran, com Scratch bem poderoso. Com os gritos de seu mestre, Nidoran reagia com Double Kick nos peitos da Steel, que recebia alto dano e era lançada longe. Dwebble atacava Ariadne com seu segundo Fury Cutter, causando pouco dano e era pego pela careta do Scary Face da aranha.

- Nidoran, não recue. Use Double Kick em Pawniard e continue assim.
- Dwebble, use Fury Cutter seguidos na aranha.
- Faça alguma coisa, Pawniard é péssima com danos de lutador. – Sabrina gritava.



Hora da Batalha
Condições da batalha: várias pessoas ao redor, pouco espaço e iluminação precária.


Spinarak/Ariadne
Lv.06
Trait: Insomnia
70%, Status: bêbada

Pawniard
Lv.08
Trait: Inner Focus
56%, Status: Normal
Vs.

Nidoran
Lv.09
Trait: Rivalry
82%, Status: -1 accuracy, -1 defense, paralysed

Dwebble
Lv.05
Trait: Shell Armor
100%, Status: -2 speed, paralysed


Última edição por Ayzen em Seg 14 Set 2015, 09:16, editado 1 vez(es)

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Qua 09 Set 2015, 19:11

off: Eu não tinha certeza se usar a teia contaria como um move. Então arrisquei XD


Eu acho que eu devia ter me tornado uma gladiadora. Minha segunda batalha e ainda nem almocei. A batalha está um pouco complicada. Okay, Vanille. Se concentre. A nossa desvantagem é nítida, mas sou uma sobrevivente. Vou pensar em algo.

A loira se apresentava. Sabrina. Nome de patricinha. Mas enfim... não é hora para isso. Pawniard não vai durar muito com os ataques de tipo lutador da Nidoran e sozinha não conseguirei vencer. Acho que preciso aprender a trabalhar em equipe.

— Sabrina, é melhor nos concentrarmos na Nidoran, senão sua Pawniard não vai durar muito. — Voltei minha atenção para Ariadne que estava um pouco cambaleante. Preciso motivá-la a ficar concentrada. — Ariadne, a Nidoran está com seus doces! Fique na frente de Pawniard e use Shadow Ball contra Nidoran. Tente esquivar do Dwebble usando sua teia para se pendurar no teto e use mais um Shadow Ball na Nidoran.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Seg 14 Set 2015, 09:16

Of: A teia é um movimento XD


- Thunder Wave, agora, Pawniard.

A batalha continuava nos esgotos da cidade bem arcaica. Vanille se via na sua segunda batalha no mesmo dia. O local estava repleto de gladiadores ou festeiros e todos torciam pela batalha. Sabrina estava bem preocupada com a derrota, uma vez que o Pokémon dela que havia machucado os gladiadores. Nidoran bufava uma fumaça de suas narinas, mostrando que atacaria com tudo. Dwebble preparava suas garras, enquanto Spinarak caminhava em zigzag.

Foi só Vanille citar doces e Nidoran, que Ariadne nem se lembrava do resto e pulou na Pokémon poison que corria na direção da Dark. O ataque de Nidoran era frustrado pela presença da aranha que caminhava pelo corpo todo da Pokémon agulha venenosa, procurando os doces e sorrindo. Nidoran estava com sérios problemas para se livrar da Pokémon poison e Dwebble resolvia ajudar, atacando Ariadne com Fury Cutter e lançando a aracnídea para longe. Nesse momento, Pawniard atacava Dwebble com várias ondas elétricas, paralisando o Pokémon casa de pedra.

Mesmo Spinarak tendo ficado longe de Nidoran, a mesma ainda queria doces e voltava a perseguir a poison. Nidoran saia correndo no campo, fugindo da aranha maníaca por doces. As pessoas vaiavam e os gladiadores ordenavam que a Pokémon venosa partisse para cima. Nidoran freava em sua fuga e dava um coice duplo na aranha, lançando-a para longe. Mas Thunder Wave surgia mais uma vez, paralisando a venosa. Enquanto Dwebble tentava se mover, Pawniard recuperava as suas forças, enquanto a tontura da Pokémon bug/poison continuava.



Hora da Batalha
Condições da batalha: várias pessoas ao redor, pouco espaço e iluminação precária.


Spinarak/Ariadne
Lv.06
Trait: Insomnia
70%, Status: bêbada

Pawniard
Lv.08
Trait: Inner Focus
56%, Status: Normal
Vs.

Nidoran
Lv.09
Trait: Rivalry
82%, Status: -1 accuracy, -1 defense, paralysed

Dwebble
Lv.05
Trait: Shell Armor
100%, Status: -2 speed, paralysed

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Ter 15 Set 2015, 16:29

Ao ver a desenvoltura de Ariadne na batalha, bati com a palma da mão em minha testa enquanto lamentava. Isso está indo de mal a pior. Minha ideia de citar os doces não gerou os resultados que eu queria. Ariadne está doidona. Preciso pensar em algo ou Sabrina e eu vamos virar geleia. Se ganharmos esta batalha, vamos conseguir o respeito dos outros gladiadores.

— Ariadne, você não vai conseguir seus doces assim. A Nidoran quer tudo só para ela. Temos que acabar com ela e pegar seus doces! — Nem acredito que estou argumentando com uma aranha bêbada — Use seu Shadow Ball duas vezes nessa maldita!

Se minha estratégia vai dar certo? Não faço a mínima ideia!

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Qua 16 Set 2015, 10:41

Os gritos a redor das gangsteres continuavam. Os gladiadores queriam uma batalha sangrenta e se fosse depender de uma aranha bêbada e viciada em doces, era bem o o contrário que ocorreria. Pelo menos Pawniard estava concentrada no combate e daria tudo de si para vencer. Sabrina queria se livrar dos homens asquerosos logo e para isso precisaria de um pouco mais de prática. Vanille, por sua vez, tentava convencer Ariadne a batalhar para valer, mas pelo visto, a aranha sorria mostrando que ia com tudo, mas a ruiva tinha sérias dúvidas.

- Pawniard, acabe com o inseto com Rock Smash. Em seguida, use Leer. Só para deixar bem claro, o inseto é o  Dwebble.
- Dwebble, se proteja com Rock Blast e em seguida use Swords Dance.
- Nidoran, rebata com a união de Ice Beam e Water Pulse.

A batalha em campo continuava em um círculo fechado por pessoas bem pequeno. Como os Pokémons oponentes estavam bem lentos, por conta da paralisia, Pawniard conseguia interceptar o bloqueio de Dwebble com Rock smask, enterrando a cara do inseto no chão. O golpe deveria ser fraco, mas teve um impacto bem forte naquele momento. Das costas do inseto, saiam várias rochas como se fossem tiros, mas Pawniard conseguia dá um show que parecia ginástica olímpica para desviar, atingindo o teto e caindo no chão. Algumas pessoas reclamavam.

Ariadne continuava cambaleando de um lado para o outro, mas conseguia  criar duas esferas de vez, não se sabe como, e disparar contra Nidoran. A Pokémon estava lenta também e não conseguia desviar, recebendo as duas esferas, que causavam uma explosão ao entrar em contato com a venenosa. Do meio da explosão, uma bola brilhante de água surgia e ia na direção da bêbada Pokémon, que conseguia, milagrosamente,  desviar. Water Pulse atingia o chão e com Ice Beam, congelava tudo na volta, inclusive os pés da aranha.

Pawniard erguia um olhar furioso contra Dwebble, que do seu lado apenas erguia as garras e essas cresciam informando que seu ataque também aumentava de poder. As pessoas gritavam por sangue e dor e era isso que os gladiadores estavam dispostos a fazer.

- Nidoran, concentre dois Water Pulses e lance para afogar a aranha.
- Dwebble, Rock Blast e em seguida  Bulldoze.



Hora da Batalha
Condições da batalha: várias pessoas ao redor, pouco espaço e iluminação precária. Chão congelado


Spinarak/Ariadne
Lv.06
Trait: Insomnia
70%, Status: bêbada, pés presos no chão

Pawniard
Lv.08
Trait: Inner Focus
56%, Status: Normal
Vs.

Nidoran
Lv.09
Trait: Rivalry
28%, Status: -1 accuracy, -1 defense, paralysed

Dwebble
Lv.05
Trait: Shell Armor
79%, Status: -2 speed, paralysed, +2 Attack, -1 Defense

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Qua 16 Set 2015, 22:33

Era neste exato momento que eu deveria dar um pulinho de comemoração, mas ver minha pokémon presa ao chão não era muito animador. Mas que maravilha foi aquela de Ariadne ter conseguido criar duas Shadow Ball ao mesmo tempo!? Se ela estivesse sóbria já teríamos dado um jeito nesses marmanjos. Cruzei meus braços e pensei um pouco. Olhei rapidamente para a Pawniard e vi que ela estava bem incentivada para a batalha. Isso é ótimo, mas agora preciso pensar em algo para livrar Ariadne...

— Ariadne, lance uma Shadow Ball no chão para tentar criar um impulso e se soltar do gelo. Use sua teia para se tentar se estabilizar caso seja lançada para longe. Depois tente atrapalhar o Dwebble para ajudar a Pawniard.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Qui 17 Set 2015, 09:12

Ariadna, mesmo não tão sã, surpreendia sua treinadora pelo desempenho. Vanille estava certa de que a Pokémon deu um show, mas talvez a aracnídea nem tenha percebido o que fez. O sorriso estranho da aranha era engraçado e entrava em harmonia com o que era retratado nas suas costas. Vanille sabia que estava com problemas, mas logo criava uma estratégia para poder sair dali. Sabrina via, mas como Vanille já tinha dado suas ordens a fim de se livrar do gelo, a loira dava de ombros e logo erguia a voz.

- Ok... Pawniard, Shadow Claw para defesa. Ataque com Scratch.

Pawniard cruzava as suas garras no ar e assim uma aura negra, com um leve brilho roxo encobria suas mãos e cresciam. Ariadne erguia a sua esfera negra e lançava no chão, quebrando todo o gelo e se libertando. O impulso vez com que ela criasse altitude, mas no ar se via a alegria da Pokémon em poder “voar”. Ela sorria mais ainda. Por um momento, a ruiva pensou que ela não iria usar sua seda, mas antes que caísse no chão ela estava bem. Nidoran erguia a esfera de água e deixava próxima de si.

Dwebble, munido de poder, erguia sua casa de pedra e ela brilhava branco, expelindo em seguida várias pedras. Ele mirava tanto em Ariadne, quanto em Pawniard. Mas a Pokémon aranha venenosa estava presa no alto com sua teia, mexendo de um lado para outro como o pêndulo de um Hypno. Como estava bêbada, seus movimentos não tinham lógica e todas as pedras erravam seu alvo. Pawniard se defendia com Shadow Claw, destruindo as pedras e ainda conseguindo chegar perto do inseto de pedra e unir o seu Shadow Claw, defasado pelo poder de Rock Blast, com Scratch, e lançando Dwebble para longe.

Nidoran erguia um Water Pulse com o dobro do tamanho, lançando contra Ariadne que estava no alto. O golpe errava, mas atingia o teto, que tremia e caia pedra e chuva no campo todo, molhando todos ali. Ariadne caia no chão pelo impacto de Water Pulse na base de sua teia. Machucava-se um pouco, mas parecia não se importar. Sabrina reclamava que estava toda molhada. Os gladiadores ao redor não reclamavam. Dwebble arrepiava com a água, mas logo metia sua garra no chão e uma elevação de terra, como se fosse uma onda, lançava todos no chão e Pawniard e Ariadne longe.

Hora da Batalha
Condições da batalha: várias pessoas ao redor, pouco espaço e iluminação precária. Chão congelado


Spinarak/Ariadne
Lv.06
Trait: Insomnia
47%, Status: bêbada

Pawniard
Lv.08
Trait: Inner Focus
33%, Status: Normal
Vs.

Nidoran
Lv.09
Trait: Rivalry
28%, Status: -1 accuracy, -1 defense, paralysed

Dwebble
Lv.05
Trait: Shell Armor
35%, Status: -2 speed, paralysed, +2 Attack, -1 Defense

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Sex 18 Set 2015, 08:23

off: E lá se foi a aranha voando kkkkkkkk quando ela foi derrubada do teto, lembrei da musiquinha: " a dona aranha subia pela parede, mas veio a chuva e a derrubou" XD

Eu já esperava que minha estratégia resultasse naquilo, mas nunca imaginei ver uma aranha voadora bêbada. A cena era um pouco cômica ainda mais devido as expressões de Ariadne, mas tive que segurar o riso. Eu preciso parecer durona (sqn). Por fim, ela conseguiu ficar pedurada no teto como havia pensado. Só de ficar olhando para ela daquele jeito, eu já começava a ficar tonta. Por fim, a antipática da Nidoran acabava com a festa e nos molhava. Mas admito que gostei de ouvir Sabrina reclamando. Ela tem que aprender a se sujar.

— Muito bem, Ariadne! — mas nem sei se ela está bem depois de receber tantos golpes — Vamos conseguir os seus doces. Use Shadow Ball na Nidoran e tente se esquivar — não imagino que uma pokémon bêbada vá entender que deve se esquivar, é melhor eu mudar o termo um pouco — não, melhor, dance ao som da música e use mais uma Shadow Ball.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Sex 18 Set 2015, 10:05

Off: kkkkkkkkkkkkkkk verdade!


Ariadne não estava em suas melhores condições, mas mesmo assim levava a batalha a um nível bem diferente. A aranha parecia que estava diante de uma situação qualquer em sua vida, já Sabrina sabia que se perdessem, a situação não seria tão cômica quanto a batalha. Nidoran bufava uma fumaça pelas narinas. Dwebble era mais neutro na batalha, mas o seu poder de ataque estava grande, provendo em seu último movimento. Enquanto isso, a steel mantinha-se concentrada, mais até do que a sua mestra.

- Pawniard, seqüência de Shadow Claw
- Nidoran, intercepte!
- Dwebble, acabe com isso com Rock Blast.

A steel erguia suas garras, que mais uma vez eram envolvidas pela aura negra com toque roxo. Nidoran seguia contra a Pokémon de Sabrina, mas a paralisia impedia qualquer movimento contra Pawniard, que habilidosamente, saltava por cima da poison e fazia acrobacias até cair de frente de Dwebble, atingindo o Pokémon com várias seqüência de garras das sombras.

Spinarak, que ainda não estava 100%, erguia sua esfera das sombras mais uma vez e atacava a paralisada Nidoran. A explosão do golpe lançava a Pokémon agulha venenosa para longe. Quando Dwebble teve oportunidade, sua casa de pedra nas costas brilhava e logo lançava várias pedras em Pawniard, criando distancia entre os dois.

Ariadne formava mais uma Shadow Ball e lançava contra Nidoran. Dwebble era pego pela paralisia e ficava quieto em campo. Nidoran, usando suas últimas forças, usava Double Kick na esfera, desviando o poder da Shadow Ball para o paralisado parceiro, nocauteando-o após a explosão. Embora Nidoran estivesse ofegante, estava nas últimas de sua energia. Pawniard, percebendo isso, pedia permissão para a sua mestra, que assentiu. Por conseguinte, via-se as garras da steel sendo cravadas no peito da venenosa, que era lançada longe.

Se Nidoran estava viva ainda, foi um mistério. A única coisa que foi vista eram os gladiadores avançando de modo furioso contra as duas, mas logo a multidão ao redor cobria as duas meninas. Vanille sentia sendo pega e o que seria uma multidão revoltada, na verdade era um grupo contente pela batalha que se seguiu. Algumas notas de dinheiro eram lançados para as duas e assim o grupo de Sabrina e Vanille eram erguidas entre aplausos e gritos para o alto, assim como a bêbada Ariadne e a esperta Pawniard.



Hora da Batalha
Condições da batalha: várias pessoas ao redor, pouco espaço e iluminação precária. Chão congelado


Spinarak/Ariadne
Lv.06
Trait: Insomnia
47%, Status: bêbada

Pawniard
Lv.08
Trait: Inner Focus
15%, Status: Normal
Vs.

Nidoran
Lv.09
Trait: Rivalry
0%, Status: -x-

Dwebble
Lv.05
Trait: Shell Armor
0%, Status: fainted

225 EXP para Ariadne
Foi para o nível 7
+Pk$600

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Sex 18 Set 2015, 21:58

off: Pensei que o Dwebble daria mais trabalho @.@ Ainda bem que não XD

Quando vi os dois pokémons indo ao nocaute, vibrei de alegria. Vencer uma batalha com uma pokémon bêbada não era coisa fácil. Quando vi a Pawniard finalizando a vida da Nidoran, não me impressionei nem um pouco. Quando estava em Seimei, precisei matar muitos pokémons para sobreviver. A vida é assim.

Por outro lado, os machões se revelavam ser maus perdedores e avançavam contra nós. Me preparei para enfrentá-los, caso fosse necessário, mas ua supresa aconteceu. Os outros gladiadores nos defenderam dos outros dois e nos ergueram como vitoriosas.

Se eu estava gostando de ser carregada e de tomar banho em uma chuva de dinheiro? Claro que estava! Mas ainda estava preocupada com os cadetes que poderiam estar atrás de nós ainda. De onde estava, perguntei para o fofo mais próximo de mim.

— Fofo, me responda uma coisa. Os cadetes sabem desse lugarzinho secreto de vocês? — Dependendo da resposta eu faria algo diferente: se sim, infelizmente seria hora de dar tchau; se não, eu iria aproveitar um pouco da festa. Tem aquela bebida azul que estou curiosa para experimentar.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Dom 20 Set 2015, 11:45

Off: Ainda bem que não rsrs A sua sorte é que o nível dele é baixo...


A jovem ruiva estava amando a vitória, assim como Sabrina. A loira era bem pomposa, mas mesmo assim ela não poderia deixar de dá gritos histéricos ao ser envolvida na grana que caia com chuva. Os gladiadores perdedores sumiam no meio da multidão. Vanille parecia despreocupada, afinal, ela deu um show para os presentes e eles gostaram, o que significa que eles iriam manter as vitoriosas intactas, pelo menos, até a próxima luta.

- Clube de lutas Pokémon apostadas? Com certeza não sabem! Afinal, é ilegal.

O ruivo que segurava Vanille ria mais da pergunta. O nível de álcool no sangue era bem superior do da de Ariadne. Por falar na aranha, a mesma estava sendo lançada para o alto. Parecia uma boneca de pano, até porque era bem leve e isso fazia com que ela desse aquele sorriso bobo tanto em sua cara, quanto a cara pintada em suas costas. A aranha ainda não estava 100%. Pawniard, por sua vez, era mais séria e apenas cruzava os braços enquanto era erguida por alguns gladiadores. Sua pose de autoconfiança deixava claro que ela se achava a melhor.

Quando a fez de comemoração da batalha acabou, Vanille e Sabrina foram colocadas no chão. Ariadne já ia andando para a mesa de bebidas, indo especialmente para a tigela com o líquido azulado. Vanille resolvia experimentar um pouco daquela bebida que sua Pokémon tomava, enquanto Sabrina tomava algo mais leve, aparentemente.

O cheiro era doce do líquido e por isso chamava a atenção da viciada em doces que era a aracnídea. Quando Vanille ia experimentar, logo a multidão passava e puxava ela para outro canto. Ali, mais uma batalha se erguia. Apostas apareciam do nada. Um rapaz alto e magrelo ficava anotando as apostas das pessoas. Sua cara era bem suspeita de um mercenário que se aproveitava dos gladiadores bêbados para poder tirar um extra.

Um Spearow aparecia voando e no chão o Zigzagoon dava língua. Para o guaxinim, voar não era problema, quando se era tão rápido. No primeiro gole da bebida, que tinha um gosto de algodão doce, Vanille via tudo girar e sem querer estava sorridente. Sabrina fazia algumas apostas e em seguida a ruiva armagedon via vários Spearows e Zigzagoons...




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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Seg 21 Set 2015, 08:29

A boa notícia era que eu estava em um clube de lutas ilegal e os cadetes não sabiam como chegar lá. Por ora estava segura, então segui o fluxo. Ariadne parecia estar se divertindo e sorria feito uma boba. Sabrina estava ficando histérica com o dinheiro. Já Pawniard se mantinha mais séria. Por um momento imaginei se ela caísse em cima de alguém...

Quando voltamos para o chão, Ariadne correu para a mesa da bebida e eu a segui. Eu estava curiosa para experimentar aquilo, mas a aranha já tinha chegado na sua cota. Peguei a pokébola e a retornei. Enchi um copo mas, antes de experimentar, fui puxada para outro lugar. Mais batalhas? Apostas?

Tomei um gole da bebida. O sabor doce era viciante e parecia disfarçar o álcool para bebermos mais. Quando percebi, eu estava vendo tudo dobrado.

— Quem é que vai batalhar? — minha voz saiu muito arrastada e me apoiei no primeiro fofo que vi — Voxeis quer que eu batalhe? — eu apontei para todos e comecei a rir do nada enquanto olhava o Zigzagoon dando língua — Acho que é melhor eu ir... — a louca da Sabrina estava apostando dinheiro. Mirei a saída que Blind havia me mostrado e comecei a caminhar/cambalear para lá enquanto ainda segurava o copo na mão.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Seg 21 Set 2015, 09:11

Vanille não tinha mais noção de espaço. A armagedon estava um pouco estranha, olhava para os lados e via tudo em dobro, o que fez achar que aquele esgoto estava lotado. Sua fala arrastada, sua feição e tudo mais indicavam sinais de profunda embriaguez com uma bebida que ela nem sabia o que era e nem parecia bebida. O gosto de algodão-doce ficava na língua, ao passo que a jovem olhava meio torto para as coisas. A ruiva ria da batalha, enquanto Spearow erguia o seu bico, que ficava maior e pontiagudo e descia com fúria contra o Pokémon normal.

Andando de um lado para o outro e esbarrando em todos, Vanille passava entre uma batalha que ocorria do outro lado, entre um Poliwag e um Staryu. Por pouco o Ice beam não pegava a ruiva e nem o Bubble Beam do Pokémon girino. Os gladiadores, que antes aclamavam a vitória, agora a xingavam, pedindo que saísse do meio das batalhas. Ao longe, um furacão de fogo queimava um Zangoose e também um gladiador que assistia a luta, fazendo com que os que estivessem do lado saíssem de perto. O Charmander gritava vitória já.

Vanille tentava subir as escadas que davam acesso ao bueiro da cidade. Ela andava de um lado para o outro. Escorregava diversas vezes. Foi um pouco de sacrifício para ela chegar até em cima, mas ela não sentia isso. Empurrava a tampa com sua cabeça e logo estava pelo lado de fora e nas ruas escuras de Erobring. A jovem estava debaixo da chuva que caia, mas não pareceu se importar.

- Ei! – Vanille olhava para trás, temendo ser um cadete, mas era Sabrina. Ela carregava um guarda-chuva rosado (típico) e tinha uma postura séria, enquanto Pawniard estava do seu lado. – O—obr.. – a dificuldade na fala aparecia, mas no fim ele suspirava e falava bem rápido: - Obrigada! Mas isso não anula as nossas adversidades. Continuo desgostando de você quando os apocalipses ganharem essa guerra eu vou fazer questão de te fazer minha serva.- dizia com um tom um pouco infantil, dando de costas e seguindo o caminho oposto... Seria esse o jeito dela de agradecer, mas era engraçado...


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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Seg 21 Set 2015, 19:58

"Eu não sabia que Spearows eram tão fofinhos! Será que são gostosos?" Era engraçado ver os pokémons dançando, mas a banda dos quatro Zigzagoons era mais animada. Eu não sabia o porquê, mas as pessoas estavam se jogando em cima de mim. "Será que eu tenho magnetismo?" Dei de ombros e continuei caminhando para a saída. Muitos pokémons estavam brincando com seus amiguinho, teve até uma estrelinha que quis me refrescar, mas eu não estava com calor.

Cheguei à escada e comecei a subir. Eu não sabia que tinha escada rolante no esgoto. Erobring deve ser muito desenvolvida mesmo. Tirei a tampa do bueiro e coloquei a cabeça para fora. Nesse momento me senti um Diglett. Saí do bueiro e já estava de volta às ruas. Senti meu corpo ficar molhado, mas não me importei muito com isso.

Quando eu ia dar meu primeiro passo, ouvi alguém me chamar. Quando me virei, vi que era Sabrina com seu péssimo gosto para guarda-chuvas. Eu pensei que ela havia estava dançando com os pokémons, mas acho que me enganei. Não entendi muito bem o que ela falou. Ela comentou algo sobre disputa e de usar uma erva. Ela se virou para o lado contrário e começou a ir embora.

— Diga não às drogas! — gritei enquanto levantava o braço direito para o alto. Me virei e tentei me localizar. Agora eu preciso achar o castelo do fofo do tapa-olho.

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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Ayzen em Ter 22 Set 2015, 09:44

As ruas de Erobring não eram as melhores para se locomover. Após uma resposta ousada e sem noção, Vanille seguia à procura do Kazumi. Para ela, ela poderia dormir ali mesmo no chão e estaria tudo bem. Ela caminhava vagarosamente, ziguezagueando por ali. A garoa forte caia. Em poucos minutos a ruiva já estava toda molhada. Ela ria de tudo, até das nuvens que escondiam a lua. À noite, Erobring se mostrava mais escura e sombria, mas mesmo assim a menina conseguia rir muito com tudo.

Vanille tropeçava e a última coisa que ela via era o chão ir muito depressa até o seu rosto. Depois, tudo ficava escuro. Logo se via um barulho dentro de um quarto. Vanille despertava assustada, estranhando-se com a estrutura do local. Ela sabia, por conveniência, que estava em um quarto de hotel. A cama espaçosa e aconchegante pedia para que ela ficasse mais tempo ali. Vanille se lembrava vagarosamente do que aconteceu na noite passada. A TV grande na sua frente estava ligada e Blind assistia. Sophie aparecia trazendo consigo uma garrafa de café. Ariadne tinha uma caneca verde, sabe-se lá como ela conseguiu, e enchia de café (e muito açúcar) e tomava, tentando se livrar dos últimos sintomas de bêbada.

A armagedon não sentia a ressaca, talvez porque a bebida carregava um alto teor de glicose. Mas ela se sentia leve e ainda um pouco bêbada, embora não visse mais as imagens duplicadas. A jovem não sabia como chegara ali, mas via um papel dobrado na cama. Blind pedia menos barulho para Sophie, que dava de língua para ela.

Não cabe alguém como você dormir na rua. Espero que o Nokori Hotel seja digno de sua presença. Bjos, Admirador secreto





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Re: III - O festival de Erobring

Mensagem por Vanille Dullard em Ter 22 Set 2015, 23:22

Off: Ainda vou morrer de tanto rir ao imaginar essas cenas XD Só faltou uns óculos escuros para Ariadne esconder a ressaca kkkkkkkk socorro!!!


Sons de várias pessoas gritando. Felinos miando ferozmente. A noite estava assustadora. Eu descia correndo pelas ruas de Grung e chegava a Seimei. Tudo ficava escuro e eu me via sentada no chão da floresta. Os galhos pareciam me envolver e me enforcar.


Acordei assustada. Não lembro do que aconteceu. Eu estava na rua e de repente tudo ficou escuro. Eu ainda me sentia um pouco bêbada, mas eu sabia muito bem que eu não estava em meu quarto no Kazumi. Na verdade, onde estou? A única coisa que sei é que o lugar é muito chique.

Olhei ao redor e vi Blind assistindo Tv. Isso não era novidade nenhuma. Sophie surgiu com uma garrafa de café à qual agradeci muito. Peguei uma xícara e me servi um pouco de café. Ariadne também estava com uma xícara de café, mas a quantidade de açúcar era um pouco exagerada. Não me importei muito já que ainda estou meio aérea.

Enquanto tomava um gole do café, encontrei um bilhete sobre a cama. "Eu... não... acredito! Ele resolveu aparecer de novo!?" Por um lado, fiquei feliz por ter sido resgatada; por outro lado, fiquei preocupada por ter sido resgatada. Eu não sou louca, mas é meio estranho ser carregada por um estranho enquanto se está inconsciente. Mas enfim! Já que estou aqui, vou aproveitar! Deixei a xícara sobre o criado mudo e peguei o telefone para pedir algo para comer. Depois me joguei na cama e me virei para a televisão enquanto eu balançava as pernas e abraçava Blind.

— O que você está assistindo Blinblind? — pergunta idiota! Como ela vai me responder?

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Re: III - O festival de Erobring

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