As ruas me chamam para o começo das aventuras

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Mensagem por Vero Vento em Dom 14 Out 2012, 09:59

~The world by the eyes of Tomy~


Eu depois de pedir algumas informações limpei o sangue que estava nas minhas costas no banheiro, uma felicidade imensamente grande tomou conta do meu corpo, com a camisa no lugar rapidamente saí da academia, e mandei ambos os pokémons saírem de suas pokébolas:

- Saiam Meowth e Shinx.

Quando ambos estão no exterior eu começo a me apresentar, com medo de rejeição:

- Oi, meu nome é Tomy, acabei de me tornar um Cadete e agora sou o responsável por vocês, espero que possamos ser amigos, para eu me familiarizar melhor decidi chamar você Meowth de Dennis, e quanto a você Shinx decidi por apelidar você de Lillian, espero que sejamos grandes amigos.

Lillian já estava agitada e feliz, correu e me deu um belo abraço, mas em contrapartida Dennis ficou com uma expressão de rigidez, parecia que ele não gostou de mim ou estava esperando algo melhor, tanto faz, comecei a ter medo de ele me rejeitar, então eu comecei a falar.

- Dennis e Lillian, quero que trabalhem juntos, precisaremos ficar amigos para superarmos as dificuldades do mundo, então que tal vamos achar alguém para batalhar, preciso saber se posso confiar em vocês se eu precisar, então me deem uma chance.

Disse eu enquanto colocava Lillian no chão e começava a andar com um de cada lado meu esperando pela primeira batalha...


Última edição por Vero Vento em Dom 21 Out 2012, 10:03, editado 1 vez(es) (Razão : Off retirado)

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Mensagem por ~Petrov em Ter 16 Out 2012, 11:31

Off: Apelidos adicionados!

O recém-admitido cadete Tomy sai da Academia com sua nova tatuagem e resolve andar pelas ruas de Nyender City. A cidade estava no mesmo ritmo de sempre: tráfego de carros fluindo, pessoas andando pra lá e pra cá nas calçadas, algumas senhoras com Delcatties na coleira paravam para olhar as vitrines, nada de extraordinário.

Tomy decide tentar estabelecer uma relação amigável com seus dois pokémon, Dennis e Lillian. Lillian foi bem dócil, em contrapartida Dennis não respondeu muito bem ao afago do cadete.

Os três então andavam pelas ruas, como se fosse a primeira patrulha deles, e realmente era. A cidade não parecia estar sob nenhum perigo, então Tomy não tinha com o que se preocupar.

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Mensagem por Vero Vento em Sex 19 Out 2012, 22:25

~The world by the eyes of Tomy~


Andei um pouco, mas nada especial vinha acontecendo, apesar da alegria crescente em meu interior, eu devo ter ficado iludido quando pensei que logo estaria batalhando com alguém, mas enquanto nada acontece eu tenho que resolver mais algumas coisas que eu prometi fazer, mas antes fico ouvindo meus pokémons, eles parecem estar conversando e se apresentando, percebi que Dennis é mais calmo, ao contrario de Lillian que fala em um rimo frenético, com seus olhos perambulando por todo lugar e seu corpo em uma velocidade levemente inquietante, pareciam que se conheciam faz tempo, não pode ficar sem notar que Lillian tinha gostado mesmo de mim, apesar de que muitos não gostam de uma Shinx feminina eu não tenho esse preconceito e começo a acariciar ela , logo depois interrompo a conversa para informar eles de que irei ao “Templo das Memorias”:

- Hum...Não tem nada por aqui, que tal irmos até o templo das memorias, tenho que agradecer para Arceus pela oportunidade que ele está dando, o caminho é por ali se eu não me engano, quanto a vocês podem continuar conversando.

Dennis me olhou com raiva, parecia indignado com alguma coisa quando me lembro de que eu dei “permissão” para eles conversarem, obviamente eles tem esse direito e não cabe a mim decidir quando eles podem conversar, e logo o medo de não ser aceito me assola novamente, não posso parrar de pensar que Dennis e rigoroso, me deixando com apenas uma opção para conquistar a amizade dele, então logo me desculpo:

- Desculpa, fui muito possessivo, sei lá é que esse negocio de cuidar de pokémons é novo para mim, estou meio preocupado com vocês, mas também estou feliz, espero que vocês me desculpem, quam sabe logo nos encontremos alguém para batalhar ou eu receba uma missão para comprir, quero ver como vocês dois agem em uma batalha.

Dennis revirou os olhos com desdém e voltou a conversar com Lillian, eu fiquei na duvida de o que significava aquilo, mas como não tenho poder de conversar com os pokémons, quanto a Lillian o tempo todo esteve animada e pulante, e logo começou a bricar com Dennis enquanto caminhávamos, mas logo vira um pira-pega e eles disparam no caminho do templo das memorias e como sou responsável por eles logo começo a correr, com um sorriso no rosto, e com a mochila nas costas, pensando em como vai ser minha vida de agora em diante e também gritando:

- Ei, esperem, parem, vocês podem vir aqui, alguma coisa podem acontecer com vocês, parem de correr um atrás do outro.

Mas quase não sou escutado apesar de que ei estava à diferença de dois metros de Dennis que perseguia Lillian que estava a mais ou menos três metros.

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Mensagem por ~Petrov em Dom 21 Out 2012, 22:26

Os pokémon do cadete Tomy possuíam cada um uma personalidade única. Deenis era rabugento e se recusava a ao menos sorrir para Tomy, já Lillian era dócil e hiperativa. Pelo menos era isso que parecia para Tomy.

O trio decide ir ao Templo das Memórias pois Tomy desejava fazer alguma prece para Arceus, agradecendo a oportunidade de ter seus pokémon e ter virado cadete. Os três caminham pelas ruas da cidade na direção do templo. Meowth e Shinx corriam na frente e o cadete corria atrás, aquela cena atraía alguns olhares de desaprovação do povo de Nyender. Cadetes eram homens que impunham respeito, sempre sérios e seus pokémon sempre obedientes. Ver um cadete que não conseguia controlar seus próprios pokémon não deixou as "dondocas" que passeavam e os comerciantes nada satisfeitos.

A avenida principal de Nyender é imensa, então demoraria um pouco até que eles chegassem ao destino planejado. O trio passa pela frente do Nokori Hotel correndo e Tomy acaba esbarrando em um empregado do lugar que carregava algumas malas. As malas vão ao chão e uma mulher de aproximadamente quarenta anos sai do táxi completamente irritada. Seus cabelos eram loiros, com um penteado único amarrado para cima, formando um coque. Suas roupas eram pomposas, com um sobretudo de aparente pele de Ninetales e no pescoço um colar de pérolas.

- CADETE! OLHA POR ONDE ANDA! MINHAS JOIAS FORAM TODAS AO CHÃO, SEU DESASTRADO! TERÁ QUE ME PAGAR CADA UMA DELAS SE TIVEREM UM MÍNIMO ARRANHÃO SEQUER!

Do táxi atrás dela sai um Glameow, com um colar de pérolas. O pokémon fica parado ao lado de sua dona, que agora olha para o empregado do hotel.

- VOCÊ TAMBÉM NÃO FICARÁ IMPUNE! CONTACTAREI MEU ADVOGADO!

O empregado olha para Tomy, revoltado.

- Olha o problema que você me trouxe, colega. Resolva-se com ela, pelo amor de Arceus!

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Mensagem por Vero Vento em Dom 21 Out 2012, 23:07

~The world by the eyes of Tomy~


Eu mal começava a minha história com os meus pokémons e aquela senhora já começava a gritar comigo, apesar de sua grosseria e sua hipocrisia eu continuei firme, algo que eu tinha aprendido a fazer depois de tantos anos almejando a profissão de Cadete, ser firme era uma coisa que não podia faltar, e essa era uma de minhas qualidades que apareciam se colocasse a mínima pressão, do mesmo jeito que ocorre com o amido de milho, voltando a ante, na mesma hora do choque Dennis e Lillian pararam, e começaram a falar baixinho, dava até para imaginar eles falando sobre como aquela senhora era chata, então logo os chamo:

- Por favor, Dennis e Lillian venham aqui, parece que essa senhorita está a fim de uma batalha, acho que vocês também querem uma, então que tal?

Minha voz foi firme, mas não ríspida demais, dependendo de sua posição ela pode até ter sido amigável, pois dei ênfase na palavra senhora, o que para ela deve ter deixado todo o resto da minha fala para segundo plano, mas para minha felicidade interior ambos Lillian e Dennis vieram até mim obedientemente, não pude notar que Lillian está fofamente com a língua para fora e com o rabo balançando, além de que a inquietude continuava, e quanto a Dennis sua reação foi bem diferente, ele calmamente olhou para Glameow com desdém, como se fosse um nada, um movimento astuciosamente sutil e irritante, que provavelmente fora notado pelo pokémon, mas não pela senhorita, e em meio minuto ambos já estão aos meus pés esperando comunicação de minha parte, então me agachei e disse baixinho só para eles ouvirem:

- Vocês querem batalhar? Eu quero, mas se vocês preferirem não batalharem, a decisão é de vocês.

Logo ambos ficam levemente mais animados, uma mudança também sutil, mas facilmente notada por todos nessa cena, a expressão dura de Dennis se afrouxou para uma cara totalmente imparcial, parecia que ele estava decidindo o que eu era nessa batalha e como consequência nela eu não poderia falhar, olhei para Lillian, a única diferença além da animação, era, bem, o aumento considerável da inquietude, o rabo balançou mais rápido e os olhos brilharam, e ficou obvio para mim que eu estava na frente de dois amantes das batalhas, que sempre sonharam com a vitória, apesar de por serem dessas espécies e nunca poderem ser concebidas a um Gladiador eles continuavam almejando as vitórias, e essa era uma chama que eu não podia apagar, pois era a mais útil chama que eu poderia ter deles, pois essa vontade poderia ser fundamental para o meu destino, e logo me levanto, olho bem nos olhos daquela senhorita e comecei a falar:

- Desculpe senhorita pelo inconveniente, mas ambos pokémons que eu tenho querem uma batalha, e acho que essa é uma boa oportunidade para acertamos o final desse encontro estranho, então agora a pergunta que eu faço é simples, você quer uma batalha? Mas vou avisando, ambos querem lutar e não sei como resolver esse pequeno impasse.

Esperava eu ganhar uma aprovação, e que a mulher ficasse mais calma, eu como qualquer outro só poderia esperar isso vindo de uma pessoa mais velha, mas continuei me perguntando, porque uma senhora rica ia perambular com malas cheias de joias por ai, é uma coisa perigosa, pois ela não é nada sutil e dificilmente passaria despercebida por um ladrão.

Off: Pode batalha 2x1? E mais uma coisa, o Meowth está ríspido comigo, mas isso é uma situação, não seu caráter permanente.(Ele vai criar uma cara sempre que quer questionar as minhas ações e vai fazer essa cara umas 2 vezes por post)

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Mensagem por ~Petrov em Dom 21 Out 2012, 23:54

Off: Aqui em Shinki não há regras para batalhas, mas como você é cadete é mais adequado que suas batalhas sejam justas em quantidade. E sem problemas, a personalidade dos seus pokémon é de sua inteira responsabilidade. (;

Tomy tenta resolver as coisas de um jeito, digamos, nada convencional. A senhora estava histérica e o empregado irritadiço, e o cadete resolve então chamar a mulher para uma batalha.

- VOCÊ DERRUBA MINHAS MALAS NO CHÃO E AINDA TEM A OUSADIA DE QUERER ENFRENTAR MINHA LINDA GLAMEOW? ANGELICA TOMPSON É MINHA AMIGA ÍNTIMA, ELA SABERÁ DISSO AGORA! - Diz a mulher, em um tom altíssimo.

A senhora pega o seu celular e disca um número. Alguns segundos depois ela começa a tagarelar gritando.

- ANGELICA, AQUI É A ROSE. UM CADETE DERRUBOU MINHAS MALAS NO CHÃO E ESTÁ ME DESAFIANDO PARA UMA BATALHA, POR FAVOR DÊ UM JEITO NELE!!!!

Com um sorrisinho de canto a senhora entrega o celular a Tomy, quepega o aparelho e antes mesmo de o por no ouvido já escuta a voz autoritária de sua comandante.

- Cadete, identifique-se! Relate a situação e justifique suas atitudes.

O empregado do hotel observava aquela situação pasmo. Provavelmente nunca antes vira um cadete levar esporro na sua frente. A mulher continuava com seu sorriso de lado, sua Glameow parada observando tudo e o táxi ainda ali, esperando.

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Mensagem por Vero Vento em Seg 22 Out 2012, 15:58

~The world by the eyes of Tomy~


Eu mal perguntava a ela educadamente e ela continuava a dar seu chilique barulhento, fez questão de falar altíssimo até, me acusando e ameaçando ao mesmo tempo, e o pior é que ela era amiga intima de Angélica, o que é estranho, seja lá quem for Rose deve conhecer o passado e o motivo de ela odiar os Gladiadores, em outras situações eu adoraria ter uma conversa com essa senhora, e ainda me vem na cabeça a pergunta de quem mais conhece ela, afinal a misteriosa e rígida comandante dos Cadetes não é tão misteriosa assim, mas logo fico numa enrascada quando aquela senhorita liga para Angélica e me denuncia, pego o telefone com rigidez e sem mudar a minha expressão, mas logo me permito dar uma olhada nas pessoas ao redor, a Glameow estava parada, o carregador estava pasmo, e deveria estar pensando: “Antes ele do que eu”, e quanto a Lillian, incrivelmente ela parou de se movimentar por 2 segundos, mas logo volta ao ritmo de antes, e Dennis ficou realmente parado, com uma expressão certeira e plasmática que nem a do carregador e logo deveria estar pensando se teria o azar extremo de voltar a esperar para ser escolhido para outro Cadete, e logo decido que farei de tudo para impedir, penso por um instante e resolvo usar a ordem que ela me deu para me desculpar, e começo a falar:

- Cadete Tomy Hyatsugy falando senhorita Angélica, peço mil desculpas para o inconveniente, logo depois de sair do teste eu fui ao banheiro lavar o sangue, e assim que eu sai da academia, eu soltei ambos os pokémons que recebi para conversar com eles, dei um apelido de Lillian a Shinx e de Dennis ao Meowth, deixei eles brincarem um pouco enquanto caminhavam, e logo começaram a brincar de pira-pega, eu logo fui atrás para parar eles tentando manter a ordem como você disse para fazer custe o que custar, infelizmente eu esbarrei em um carregador de malas, e infelizmente as malas de sua amiga caem no chão, ela sai do táxi completamente irritada, diz que eu terei de pagar pelas joias se tiverem apenas um arranhão, e fala para o carregador que ela vai processar ele, eu pensei em como aquilo poderia ser desastroso, imagine como ficaria a imagem dos Cadetes e como um trabalhador honesto poderia ser prejudicado por um erro meu, então eu perguntei a ela se ela queria decidir a história com uma batalha, pois isso decidiria a questão, sem causar estrago a imagem presada pela senhora, mas ela continua a gritar bem alto, fala sobre a senhora e bem alto, e logo após isso liga para a senhora, peço desculpas se eu agi errado, prometo que me portarei melhor daqui para frente se a senhora me der uma segunda chance e espero que entenda que eu só queria manter a ordem, e se a senhora for punir alguém deixe o carregador de fora dessa história.

Falei em tom normal, mas não descontraído, ela já não gostava de mim e continuava a ser um ponto de interrogação, não há como saber como ela reagirá as ações, mas também dava para perceber que eu e meus pokémons estávamos tensos, em uma situação tensa, e que poderia resultar ela um dano horrível, para meu sonho, para o carregador e para a imagem dos Cadetes, mas tenho duvidas quanto a essa possibilidade, o possível apoio poderia resultar em mídia, o que por sua vez poderia acabar colocando na mente dos cíveis que os Cadetes estão decaindo, isso seria muito perigoso, mas continuo me perguntando qual vai ser a reação dela depois dessa situação estranha e com certeza vai ter consequências para mim.

Off: A ordem citada é a dessa fala “- Muito bem Cadete Tomy, pegue os seus pokémons e faça um bom trabalho, logo terá uma missão onde poderá mostrar seu valor, mas agora saia daqui e faça seu trabalho, manter a ordem custe o que custar.” Ela ocorreu no ultimo post de meu teste para Cadete.

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Mensagem por ~Petrov em Seg 22 Out 2012, 17:03

- Cadete Tomy, eu ordenei que mantivesse a ordem na cidade de Nyender e por onde for, não "por ordem" nos seus pokémon. Eles deveriam obedecê-lo a qualquer custo. Como acha que enfrentará um gangster com esses pokémon rebeldes? E não me interessa que tenha colocado apelidos neles, eu pedi para reportar a situação, não me contar o que tomou no café da manhã.

Angelica dispara palavras e Tomy escuta estático. A comandante não ficou nem de longe feliz pelas atitudes do rapaz.

- E que ideia genial foi essa de resolver a situação com uma batalha? Você deve zelar pela paz e pela ordem em Shinki, e não desafiar nosso povo para batalhas sem sentido. Estou deveras decepcionada, cadete Tomy. Foi um erro meu passá-lo no teste.

A senhora batia o pé no asfalto e cruzava os braços, esperando a resolução da situação. O carregador recolhia as malas do chão e colocava-as de volta em um carrinho.

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Mensagem por Vero Vento em Seg 22 Out 2012, 19:37

~The world by the eyes of Tomy~


Como se poderia esperar Angélica ficou decepcionada, mas foi estranho, ela não demostrou uma rigidez, parecia que ela esperava mais de mim, mas é apenas o começo, eu sei que mereço outra chance e com certeza vou pedir a ela isso, pois afinal nesse mundo todos erram e eu sou humano, apesar de só eu estar ouvindo Angélica pelo telefone deu para notar a inquietação de todos ao meu redor, eu tinha que pensar bem em minhas próximas palavras, o que acontecer daqui em diante decidirá meu futuro e não cometerei erros novamente, e para não cometer erros é melhor ir logo a fonte:

- Desculpe-me senhorita Angélica, eu prometo que me portarei melhor daqui em diante se me der uma segunda chance, agora eu pergunto à senhora, o que eu posso fazer para me redimir desse desastroso encontro que aconteceu comigo?

Perguntava eu em um tom calmo, mas dentro de mim eu estava chateado com esse esbarrão, brabo por não olhar por onde ando e com medo de que tudo termine agora que houve um inicio, não tenho como mudar meu passado, mas meu futuro ainda é incerto e então endureci a minha expressão esperando uma resposta da minha comandante que se continuar do jeito que está pode virar a minha ex-comandante, observo Dennis e Lillian e lanço um olhar de desaprovação, pelo menos eles saberão que não poderão correr de seus Cadetes como fizeram comigo, caso sejamos separados...

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Mensagem por ~Petrov em Ter 23 Out 2012, 01:16

- O que pode fazer? Aguardar alguns instantes e tudo se resolverá. Passe o telefone para Rose, cadete!

Tomy estende o braço para Rose, que toma com voracidade o telemóvel de suas mãos, já levando-o ao ouvido. Não dá para escutar o que Angelica diz, apenas o que a dondoca responde.

- Estamos na frente do Nokori Hotel, querida. Ok, obrigada!

E com essas palavras a mulher desliga o celular e o guarda em sua bolsa de pelo de Eevee. A mulher entra no táxi juntamente de sua Glameow e fecha a porta. Abrindo a janela, ela ordena que o carregador ponha de volta as malas no bagageiro do táxi e em seguida olha para o cadete.

- Angelica dará um jeito em você, aguarde. - Diz, fechando a janela e olhando para o taxista. - Vamos sair daqui! Não quero mais me misturar com esse povinho de Nyender!

O táxi começa a andar e em um minuto já some dentro do trânsito da cidade. Um minuto também foi o suficiente para dois cadetes chegarem na frente do Nokori Hotel, dirigindo-se a Tomy.

- Cadete Tomy, temos ordens diretas da Comandante Angelica Tompson para levá-lo para a Academia de Polícia imediatamente. Recolha seus pokémon para suas devidas pokébolas e nos acompanhe.

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Mensagem por Vero Vento em Ter 23 Out 2012, 17:06

~The world by the eyes of Tomy~


Logo a resposta dela me deixa confuso, Rose toma logo o celular de minhas mãos, informa a Angélica sobre a minha localização, isso me deixa com uma pontada de medo, que logo é agravada pelas palavras ditas pela senhora antes de partir, e fico com a pergunta do que vai acontecer comigo enquanto observo o táxi sumindo no transito, o medo começa a me assolar quando observo ambos os Cadetes chegam perto de mim, e logo um deles me contata sobre as ordens da Angélica Thompson, olho para ambos os pokémons, ainda estavam estáticos, poderiam estar com o mesmo medo que eu, ou até com medo de serem punidos também, mas não tenho poder de telepatia para descobrir e logo falo:

- Entrem vocês dois agora, agora nos podemos ir para a academia.

Ambos entram, e começo a andar, o destino é um ponto de interrogação, depois de ter passado no teste ainda me mostrei irresponsável, como será que Angélica verá isso? Ela vai me dar uma segunda chance? Ou vai me punir severamente para outra? Ela pode até me obrigar a fazer o teste de novo, mas isso não levaria a lugar nenhum eu seria o mesmo que sou, então na pior das possibilidades, Angélica tomará meus pokémons e me proibirá de fazer o teste de Cadete de novo, a minha cabeça viaja por outras possibilidades, uma mais improvável que a outra, mas por pouco tempo, pois eu sei que a ida daqui até a academia é curta...

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Mensagem por ~Petrov em Ter 23 Out 2012, 19:15

Tomy não desacata as ordens de sua comandante e recolhe seus pokémon. Ele teme pela segurança de seus bichanos, muito embora tenha que se preocupar mesmo é com a dele próprio, visto que suas atitudes tiraram Angelica Tompson do sério.

Os dois cadetes escoltam Tomy até a Academia de Polícia. A caminhada não foi longa, visto que a Academia estava deveras próxima. Adentrando o local Tomy consegue ver a comandante de pé na entrada. Estava estática, com os braços para trás e a expressão séria de sempre em sua semblante.

Angelica não pronuncia uma palavra sequer, apenas olha de cima para baixo o cadete e vira as costas, seguindo rumo à ala de celas. Uma em específico estava com as grades abertas. A comandante entra e posiciona-se ao lado do colchonete velho que estava no chão. Um dos cadetes que escoltava Tomy empurra-o para dentro e pega de seu bolso as duas pokébolas de seus pokémon.

Tomy, agora, estava caído no chão. Angelica pede o cacetete de um dos cadetes, que prontamente lhe entrega. Angelica segura o cacetete e com toda força desfere um golpe na diagonal, na direção do cadete Tomy. A arma branca acerta as costas do jovem, que se encolhe pela dor.

- Cadete Tomy, nunca mais desafie para uma batalha inútil um cidadão comum! Fui clara?

Angelica bate mais uma vez no mesmo lugar. O cadete cai estirado no chão de dor. Angelica Tompson leva seu pé até a cabeça do rapaz e aproxima o salto de sua bota de seu rosto.

- Ficará preso por má conduta no trabalho. Dei a você a chance de lutar pela lei e pela justiça, mas você parece que prefere ver pokémon batalhando entre si do que resolver simples situações desconfortáveis para a população.

A comandante dá as costas e sai da cela. Um cadete tranca-a. Em seguida Angelica e os outros dois cadetes saem dali, restando apenas o guarda que cuida do local.

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Mensagem por Vero Vento em Qua 24 Out 2012, 18:17

~The world by the eyes of Tomy~


De todas as minhas considerações aquela não passou na minha cabeça, ser preso por má conduta no trabalho, antes de 15 minutos trabalhando, acho que isso é um recorde, daqueles que um Cadete não merece lembrar, afinal toda a hierarquia desse continente é baseada sobre a rigidez dos Cadetes, e eu pisei na bola em tão pouco tempo, quantas vezes será que uma pessoa passou por isso na história, acho que sou a primeira, bom, de qualquer jeito tenho tempo, quem imaginaria que iria passar as primeiras horas como Cadete na prisão? De qualquer forma aprendi a lição, nunca mais desafiar nenhum cidadão comum, mas mesmo assim fiquei um belo tempo pensando, será que eu escolhi a vocação certa? E estranho passar por esse tipo de situação, mas erros servem para aprendermos o que devemos ou não fazer, e definitivamente nunca vou cometer tal erro novamente, pedirei desculpas, e as perguntas começam a assolar minha mente: Quem é Rose? Como ela conheceu a Angélica? Qual é o passado de Angélica? E será que Angélica perdoa? Depois de um bom tempo refletindo sobre a minha situação finalmente, depois de mais ou menos duas horas resolvo tomar uma iniciativa, a dor que assolava as minhas costas está bem menos fraca, um medo interno toma conta de mim na hora de ir até o guarda para pedir uma conversa com Angélica, pois afinal é muito difícil prever o que ela fará e como fará, mas de qualquer forma não tenho outra escolha, levanto-me e falo para o homem:

- Você pode, por favor, chamar Angélica Thompson para eu pedir desculpas?

Dizia eu com a voz calma, controlada e meio firme, de qualquer forma a única coisa que me importava é com os meus pokémons, o que será que acharão de mim depois dessa história toda? Será que vou voltar a velos? De qualquer jeito só o tempo dirá isso, e a resposta do guarda é primordial para eu ter uma nova chance...

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Mensagem por ~Petrov em Qui 25 Out 2012, 02:05

O cadete Tomy agora estava em apuros. Angelica Tompson o prendeu por má conduta e isso não é uma coisa nada boa. Algumas horas passaram-se na cela e o guarda que cuidava do local mantinha-se quieto lendo algo sentado diante de sua mesa no final do corredor.

Tomy pensa muito sobre o que fazer, até que decide levantar-se e chamar o guarda. Por trás das grades o cadete pede para o guarda chamar Angelica para desculpar-se. O guarda levanta-se e vai até a cela de Tomy, ficando frente-a-frente com o cadete, apenas as grades separando-os.

- Sinto muito, mas Angelica me deu ordens expressas para não importuná-la. Agora me diga: o que fez para acabar aqui? Vejo que usa uniforme de cadete, então imagino que tenha descumprido alguma ordem da comandante.

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Mensagem por ~Petrov em Seg 05 Nov 2012, 14:16

Off: Terei que trancar sua rota por inatividade, Vero. Volte logo, e quando voltar, poste na área de pedidos para ter sua rota destrancada, ok? ^^

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Mensagem por Vero Vento em Seg 17 Dez 2012, 11:50

~The world by the eyes of Tomy~


Logo depois de eu pedir o guarda se levanta, por um instante penso que ele irá chamar ela, mas em vez disso ele se dirige a mim, uma infinidade de possibilidades passam por mim sobre o que ele fará antes de ele começar a falar, e logo meio que desapontado ouço um sinto muito e uma pergunta, e como eu não tenho nada melhor que eu possa fazer resolvo responder ela:

- Bom, depois de terminar o meu teste para se tornar Cadete Angélica me disse para manter a ordem custe o que custar, mas ao invés disso, eu, sem querer esbarrei em um empregado enquanto estava correndo atrás de meus pokémons, que tinham começado a correr pela cidade, e para meu azar ele estava carregando as malas de uma senhora, ela gritou comigo e com o empregado, este pediu para eu resolver as coisas com ela, e acabei por cometer o erro de pedir uma batalha, ela enfurecida pegou o telefone dela e ligou para Angélica, contou todo o incidente, e Angélica se arrependeu de me passar no teste e mandou dois guardas para me pegarem, chegando aqui ela me repreende com o cassetete e me deixa preso aqui por má conduta no trabalho e sem meus pokémons se eles ainda forem meus. A proposito a senhora que idiotamente desafiei é amiga intima de Angélica, o nome dela se não me engano é Rose, ou pelo menos é forma como Angélica se dirige a ela, bom de qualquer forma tenho de rezar por uma segunda chance, por acaso alguém já cometeu o mesmo erro que eu?

Enquanto me explico gesticulo com as mãos e no fim só espero para vou ter uma resposta ou ele vai cortar assunto.

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Mensagem por Érica em Qua 26 Dez 2012, 00:41

Repentinamente você escuta um estranho som que lhe obriga a olhar para cima por alguns segundos, em busca da fonte, sem no entanto encontrar nada. Em seguida você olha para o chão confuso e se depara com um pequeno embrulho aos seus pés.

As ruas me chamam para o começo das aventuras Presente
Confuso e receoso você recolhe o estranho embrulho e lê o bilhete, deparando-se com algo ainda mais estranho.
Feliz Natal! Ho ho ho!

Cada vez mais confuso e desconfiado, você abre o estranho e se depara com um BlackGlasses... É... parece que Papai Noel existe mesmo...

As ruas me chamam para o começo das aventuras 49

Ho ho ho! Feliz Natal!

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Mensagem por Vasco em Qui 27 Dez 2012, 14:20

off: Estou assumindo a sua rota. Divirta-se!

Assim que termina sua de contar a sua história a Cadete Angélica entra pelo corredor e fala com o Cadete que vigiava a Cela:

- Cadete, abra a cela e libere este outro Cadete. Creio que ele já teve a sua merecida punição.

Ainda olhando o Cadete Tomy com desprezo a Cadete Angélica dá um suspiro e continua a falar:

- Cadete Tomy, quero que mantenha a ordem! Nada de sair pedindo pra batalhar com todos que encontra na rua, este não é nosso trabalho! Tome cuidado e honre nossa classe. Aqui estão seus Pokemons. Lembre-se hoje foi somente uma advertência, na próxima vez irei acabar com sua vida.

Disse a Cadete entregando as duas PokeBall's para o Cadete Tomy.

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Mensagem por Vero Vento em Sex 28 Dez 2012, 17:06

~The world by the eyes of Tomy~


Mal eu terminava de falar e a sorte veio a mim, Angélica entrou pela porta, e naquele instante uma enxurrada de possibilidades passou por mim como um raio, e logo ela me liberou, apesar daquele olhar de desprezo, uma felicidade surgiu em mim, e logo ela avisa, com uma advertência dessas, é fácil imaginar porque os Cadetes são tão respeitados em Shinki, bom de qualquer forma logo pego as duas pokebolas, e falo:

- Farei tudo que a senhora ordenou e prometo que não haverá uma segunda vez.

Disse eu, e logo eu continuava:

- Mais alguma coisa senhorita Angélica ou já posso ir?

Perguntava eu esperando uma permissão de saída.

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Mensagem por Vasco em Sex 28 Dez 2012, 17:41

A Cadete pareceu nem se importar com a falar do Cadete Tomy, como sempre foi dura e sem medo de ser odiada, começou a falar com fúria em seu tom de voz:

- Saia daqui agora seu idiota irresponsável. Caso não tivesse testemunhas da sua prisão iria dar um fim na sua vida. Trate de fazer seu trabalho! Não haverá próxima oportunidade, pois eu te matarei na frente de todos os Cadetes para que sirva de exemplo para toda Academia. Incompetentes nunca terão vez entre os Cadetes!

Assim que terminou de falar a Cadete Angelica apontou para o corredor de saída, depois virou o rosto para o Cadete que vigiava a cela e começou a esbravejar com ele, pois ele ficava conversando durante o trabalho com os detentos.

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Mensagem por Vero Vento em Sex 28 Dez 2012, 18:37

~The world by the eyes of Tomy~

Uma pontada de ódio surgia em meu interior, mas aproveitei a oportunidade e sai calmamente pela porta, e depois do prédio, e comecei a andar em direção ao Nokori Hotel, algo me diz que devo ir para lá, por enquanto é melhor deixar Dennis e Lillian nas pokébolas, depois eu explico o que aconteceu comigo, agora é esperar por uma missão, enquanto talvez encontre algo interessante para fazer, até lá, a vida continuo e continuo no meu caminho, enquanto olho ao redor, para ver se algo no mínimo estranho acontece.

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Mensagem por Vasco em Sex 28 Dez 2012, 19:54

Tomy sai da prisão com muito ódio, mas seu auto controle o faz com que ninguém perceba o sentimento que permanece em seu interior. Ansioso para conseguir uma missão o Cadete vai em direção do Nokori Hotel, pois sente que é o local onde ele deve estar. Enquanto caminha em direção do seu destino predeterminado, Tomy começa a olhar para os lados procurando algo estranho, a vistoria continua pelas Ruas de Nyender ate que Tomy se depara com uma rápida sombra que aparece e desaparece a cada beco da cidade, parecia que algo estava seguindo o Cadete desde a prisão mas ele somente percebeu agora.

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Mensagem por Vero Vento em Sab 29 Dez 2012, 09:49

~The world by the eyes of Tomy~


Olhando em volta aquela estranha sombra me deixou bastante intrigado, porque alguém me seguiria? Bom, de qualquer modo se ele está me seguindo pode vir tanto pela avenida principal como por outras elas, então continuo a andar e entro no próximo beco, com causalidade, como se eu não tivesse visto nada, assim que entro espero na encostado na parede, se alguém está me seguindo vai vir por aqui, e me preparo para segurar qualquer pessoa que por acaso der indícios que está me seguindo, mas antes solto Dennis:

- Dennis se esconda em qualque lugar aqui perto, se alguém estiver me seguindo vai ser bom ter uma carta na manga, mas vá rápido, e só saia se eu mandar ou isso se torne uma emergência, mas vá rápido, e fique em um lugar perto, se não tiver nada escale a parede, pessoas raramente olham para cima.

Dizia eu, enquanto dava uma boa olhada no beco para ver o que eu tinha a minha volta, aquele é o tipo de situação que pode ser perigosa, pois simplesmente não há nenhum motivo para alguém me seguir além do fato de que sou Cadete, pode ser até alguém da academia que foi mandada para me avaliar, e se for um bandido, ele vai ficar muito encrencado...

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Mensagem por Vasco em Sab 29 Dez 2012, 15:45

Tomy pensa rápido e logo elabora um plano para pegar aquilo que o estava seguindo por toda a cidade. Dennis trata de colocar logo o plano do seu mestre em pratica, então começa a escalar o prédio com uma habilidade incrível. Com o seu Meowth na laje da casa de único andar, enquanto isso o Cadete vai para a esquina do beco e fica a espreita do seu perseguidor, Mas assim que o Cadete toma posição começa a ouvir berros do Dennis no topo da Casa.


-Meo, Meoooow! MEOOOOO!!!!

Certamente Dennis estava em perigo, a cada segundo que passava mais e mais berros eram possíveis de serem ouvidos, a situação estava complicada era hora de Tomy agir rapidamente ou algo muito ruim poderia acontecer com o Meowth.

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Mensagem por Vero Vento em Dom 30 Dez 2012, 10:32

~The world by the eyes of Tomy~


Ouvir aquele barulho de meu pequeno companheiro me encheu de dúvidas, mas o que eu poderia fazer, ainda tenho Lillian e ela pode ser necessária para uma batalha, então não posso arisca-la, eu não tenho a mesma habilidade de escalada que Dennis, que ideia horrível foi essa, bom agora talvez haja algo que possa me ajudar por aqui, pensava eu enquanto dava uma bela olhada pelo local para ver se há qualquer coisa que possa me ajudar a verificar meu pequeno amigo.

Off: Seu mal, só tenho azar nesse RPG, mas eu já devia saber que se algo pode dar errado nesse RPG isso dá, tenho de tomar nota que nunca devo deixar meus pokés sozinhos, vi umas rotas e sempre que se separam há muitos problemas.

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