[oneshot] A Queda: O Começo da Loucura

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Mensagem por Alice em Sab 08 Fev 2014, 19:24

A Queda: O Começo da Loucura


O sol encontrava as frestas pela janela e invadia o quarto sem nenhum pudor, iluminando a face adormecida. A ruiva reclamou, puxando o cabelo e usando-o para cobrir o rosto, pedindo para alguém “desligar” o astro rei. A serpente roxa, também adormecida, estreitou o laço ao redor de sua mestra, puxando-a mais para perto, ato que arrancou um suspiro sonolento de Margareth e um abraço a Arbok. A dupla parecia feliz em dormir um pouco mais, ato que seria interrompido por uma força superior.

Cautelosa, a raposa bege se aproximava da cama. Suas patas tomavam cuidado para não emitirem um único ruído. Os anos de treinamento eram muito bem vindos no momento. Ao alcançar os pés da cama, Ninetales se permitiu um suspiro discreto. A cabeça logo espiou por cima da beirada. As orelhas baixas, tentando impedir que alguém a visse. A dupla ainda dormia. Satisfeita, a raposa se lançou sobre Margareth e Arbok, pulando na cama, derrubando-as no chão junto com os cobertores e fugindo desesperadamente em seguida.

A mulher se mantinha sentada com o cabelo emaranhado cobrindo a face enquanto Arbok, enfurecida, perseguia a companheira de time. Gardevoir não teve esforços para desviar da dupla e seguir seu caminho até o quarto. Usando seu ataque Psychic, a Pokémon ergueu a ruiva e, logo depois, lhe entregou uma xícara de café. A ex-gladiadora acreditava que não poderia existir café mais mal feito e ao mesmo tempo mais gostoso. Somente o fato da Pokémon ter se esforçado para aprender a preparar a bebida e lhe preparar uma xícara todas as manhãs tornava aquele líquido especial.

Gardevoir abria a janela enquanto Margareth se espreguiçava. No pátio em frente a casa, os flocos de neve voavam e voltavam a flutuar até o chão conforme Arbok tentava pegar Ninetales. A raposa não colaborava com o humor da serpente, lançando bolas de neve na cabeça da companheira sempre que podia e fugindo logo depois. Margareth olhava pela janela sorrindo para suas companheiras, suas meninas amadas.

O café era encerrado e a ruiva se espreguiçava. Tinha uma vaga lembrança de que precisava ir ao mercado... O que foi confirmado quando Gardevoir lhe alcançou a lista de compras. Sorrindo, a ex-gladiadora sorriu e se aproximou da mesa onde um pequeno bonsai repousava. Ao lado deste, uma foto de Margareth com suas três pokémons e um grande Torterra.

- Você ainda estará cuidando de mim quando eu voltar?

A ruiva perguntava para o bonsai plantado e cuidado em memória ao Pokémon perdido na arena de Ragnarök, momento em que abandonou as batalhas Pokémons. Como esperado, nenhuma resposta foi ouvida para o coração triste e repleto de saudades. Contudo, a atenção de Marareth logo foi desviada para a raposa que entrava correndo e tentava se esconder embaixo da mesa. Ato que não foi bem sucedido, já que diversas caudas ficaram para fora, delatando sua posição. Ao olhar para a porta, Gardevoir viu Arbok com uma pequena montanha de neve sobre a cabeça e um olhar furioso. A psíquica tentava apaziguar a dupla, entretanto não tinha a mesma influência que o falecido Torterra.

- Muito bem meninas, quem quer ir ao mercado comigo? – Margareth perguntou enquanto se afastava para pegar uma roupa.

Ninetales, ao ouvir a proposta, correu para perto da porta e pegou as botas de neve de Margareth, colocando-as perto da ruiva. A Pokémon claramente queria passear pela cidade. Arbok se balançava, livrando-se da neve e encarando a raposa com indignação no olhar. Gardevoir suspirava e, deixando a dupla, abria o armário de Margareth, pegando um cachecol antes que a outra se esquecesse. Satisfeita, a ex-gladiadora terminava de se vestir e, acompanhada de todo o grupo, rumava para as ruas do pequeno vilarejo de Sekisetsu.

- Bom dia.

Os cumprimentos eram comuns. Apesar da neve e do frio, o povo era caloroso, tratando a ruiva que escolheu aquele lugar para chamar de lar como se pertencesse à região sua vida inteira. Margareth respirou fundo. Amava a sensação de paz que conquistara duramente após a perda traumatizante. Gardevoir andava a seu lado, carregando uma pequena cesta. Arbok, do outro lado, parecia arquitetar sua vingança contra a raposa, possivelmente algo que envolvesse água... Ninetales, por outro lado, andava mais a frente, farejando tudo e permitindo que crianças locais a acariciassem. Na região gelada, um Pokémon de fogo era raro. Somado a isso, a natureza amistosa e brincalhona da raposa cativava a todos. Todos pareciam se divertir, exceto a psíquica, que estava ocupada demais mirando o grande número de cadetes de alto rank que circulavam. Algo atípico.

- Bom dia Mary.
- Bom dia Margareth.

A jovem atendente do PEVOAK local, conhecida e amada por todos do vilarejo, logo entregava uma pequena guloseima para a raposa que apoiava as patas no balcão, rindo em seguida. Arbok revirava os olhos para a falta de educação de sua colega de time, entretanto a vendedora parecia não se importar com o fato. A ruiva caminhava entre as prateleiras ao lado de Gardevoir, pegando os itens da lista e alguns a mais. Enquanto pagava os itens e trocava mais algumas palavras com Mary, palavras que variavam de algum assunto ao longo da semana até a promessa de um almoço, a psíquica percebeu um cadete parando na rua e as observando insistentemente, enervando a psíquica. Sua habilidade de sentir emoções lhe dizia que algo de ruim rondava seu amado vilarejo e a Pokémon temia pelo destino que se aproximava. Entretanto ela conseguia ocultar seu nervosismo, para não preocupar Ninetales ou Arbok antes do necessário.

Após se despedirem, o grupo retomava o caminho para casa. Os passos eram calmos e tranquilos. Gardevoir pressentia o mal e observava cada esquina, entretanto o grupo logo estava sob a segurança de seu lar. Ninetales se sacudia, livrando o pelo da pouca neve que nele se infiltrara. Durante o ato, entretanto, suas caudas ficavam batendo no rosto de Arbok e a serpente se controlava para não mordê-la. A paciência da cobra pode ser grande, mas a raposa sabia provocá-la além do limite.

O almoço corria de forma natural e a psíquica começava a acreditar que seu nervosismo não era fundamentado. A raposa ficava com a cabeça largada sobre a mesa, acompanhando a dupla com os olhos que claramente pediam por comida. Arbok, por outro lado, aproveitava a folga para descansar em frente à lareira, ou, na realidade, arquitetar sua vingança. Enquanto as brincadeiras de Ninetales eram impulsivas, as de Arbok eram sofisticadas. Gardevoir previa que a serpente aprontaria algo de grandioso, o que irritaria a raposa e as duas “brigariam” até Margareth chamá-las para dormir, como sempre acontecia. Desde que se afastaram das arenas, as duas pareciam ter encontrado sua diversão em irritar a outra.

Após o almoço, a Pokémon psíquica lavava a louça enquanto Margareth cuidava do bonsai e, logo depois, cuidaria da casa. No entanto aquele dia seria diferente. Quando um cadete bateu à porta, Gardevoir percebeu que tinha razão em estar nervosa. A ruiva permitiu ao homem e seu Persian entrar, oferecendo-lhes um café, oferta recusada pelo oficial. Sem rodeios, o homem informou que os cadetes descobriram a intenção dos Gangsters em dominar a região. Infelizmente o número de oficiais ainda era baixo para garantir totalmente a segurança do vilarejo, o que os forçava a recrutar os gladiadores locais para a batalha que logo se iniciaria.

- Mas eu não luto mais... – Margareth respondia, tentando se desvencilhar de qualquer batalha.
- Nós entendemos Margareth e lamentamos sua perda em Ragnarök. Entretanto você é a Gladiadora mais poderosa no vilarejo neste momento, e estamos lhe pedindo para que nos ajude a proteger o lugar que lhe recepcionou tão bem.

O cadete era esperto com suas palavras, deixando a ruiva com poucas opções. Ninetales, entendendo a seriedade da situação, se aproximou e colocou a cabeça sobre as pernas da ruiva, lhe dirigindo um olhar de concordância. Arbok e Gardevoir também concordavam com suas cabeças. Se a ruiva aceitasse lutar para proteger Sekisetsu, suas pokémons lutariam com toda sua força uma vez mais. A ex-gladiadora olhou pela janela, percebendo as crianças que brincavam de guerra de bola de neve pela rua e sabia que se os Gangsters dominassem a região, o lugar poderia nunca mais ser o mesmo. Se fossem os Armagedons, talvez ainda houvesse uma chance, porém se fossem os Apocalipses tudo estaria acabado... A ruiva questionou sobre qual gangue pretendia atacar o local, entretanto os cadetes não dispunham dessa informação ainda.

- Então... Eu luto... – As palavras eram proferidas, após um suspiro, carregadas de dor e medo. A última coisa que Margareth desejava era lutar.
- Ficamos felizes em contar com seu apoio. Estaremos atentos e esperamos que a informação seja infundada, entretanto, caso eles apareçam, um Taillow irá lhe informar quando a hora chegar.

Os dias seguintes foram diferentes da paz já costumeira. Margareth voltava a ser a Gladiadora. O sol já não lhe acordava e sua raposa já não pulava em sua cama. Já não havia tempo para uma xícara de café degustada lentamente. Só havia tempo para treinar. Após anos longe de uma batalha, suas Pokémons precisavam se preparar. A ruiva não suportaria perder mais um Pokémon. Não havia mais brincadeiras nem passeios pela cidade. Somente as chamas da raposa para o ar, as escavações da serpente e a telecinese da psíquica.

O sol nascia e o se punha uma vez mais, pela décima vez desde a visita do cadete. Margareth via suas Pokémons revisando cada ataque, reassumindo o controle sobre seus corpos e lutando. O cadete disse que quando os gangsters chegassem, um Taillow a avisaria. A ruiva olhava para o céu todo o dia, rezando para que isso nunca acontecesse. Entretanto, quando a ave surgiu no céu, ela sabia que já não havia volta. Sua esperança de que acordaria de um pesadelo enterrada no passado. Pouco depois da ave, o som de balas lhe atingiram o ouvido. Suas pokémons lhe miraram. Sua última chance de fugir. Contudo a ruiva correu para a guerra. O remorso já lhe apertava o coração, mas não poderia deixar as pessoas que lhe aceitaram para trás.

     


A neve se tornava vermelha. O quarteto avançava de forma cautelosa. Quando um Golem surgiu destruindo uma casa, Margareth percebeu que eram os Apocalipses. Não havia volta. Se não os derrotasse, eles destruiriam tudo. As chamas de Ninetales despertaram a ruiva. Arbok já sumira para o subsolo e Gardevoir há muito se teleportara para outro ponto. Presa nas lembranças do Torterra caindo morto, Margareth não conseguia comandar. Os dias treinando não lhe fortaleceram o suficiente? Suas pokémons precisavam de si. Não poderia perder mais ninguém.

- Arbok! Agora!

A serpente surgia por trás de Golem e o atingia com um ataque poderoso. Ninetales podia cessar com seu fogo finalmente. Mais a frente, Gardevoir socorria um senhor de idade, um simples civil... Seu teleport foi a salvação do homem agradecido. A raposa bege saltava de inimigo em inimigo, seguindo as ordens de sua treinadora. O pelo manchando do sangue alheio e as presas à mostra para quem a desafiasse. Uma fera assustadora e nada semelhante ao Pokémon brincalhão. A serpente lançava sua fumaça venenosa e a psíquica controlava a fumaça, aumentando seu alcance e a desviando dos aliados. Seriam realmente aliados os cadetes?

Pouco a pouco, inimigo após inimigo, a luta se afastava do centro da cidade e se aproximava do extremo do vilarejo, mais próximo de onde a residência de Margareth ficava. A mulher parecia a mesma do passado. Seus comandos eram rápidos e visando o máximo estrago no menor tempo possível. Até mesmo ela já possuía sangue em sua pele. Casas explodiam devido a Selfdestructs e granadas. Os olhos verdes não se desviavam, apesar da fumaça e do tremor na cidade. Gardevoir usava seus ataques em humanos e pokémons. Aquela guerra não era como uma arena. Não havia regras de moral. A vitória significava muito mais que uma simples vitória. Arbok surgia mais uma vez, surpreendendo um Gangster que mirava a ruiva com sua arma. O Crunch letal findou a vida do homem. As patas de Ninetales deixavam marcas fundas na neve enquanto corria em direção ao próximo alvo. A vitória dos Cadetes parecia inevitável e muito eles deveriam à Margareth e suas Pokémons. Entretanto não haveria como pagar o preço que aquela batalha custou à ruiva.

Ninetales saltava e, pela última vez na vida, ouvia o grito de sua amada treinadora acompanhada das balas que lhe perfuraram a pele. O sangue na neve agora era o seu e o olhar de Arbok não era de fúria, mas de pânico. Sem sua amiga, o que sobraria para a serpente? Quem lhe despertaria e lhe traria vida e emoção a cada novo dia? As caudas beges caiam sobre a mancha vermelha. Gardevoir se teleportava para perto e tocava na face da raposa, fechando-lhe os olhos, para fechar os seus em seguida, tentando controlar o choro. Persians surgiam e protegiam a psíquica com o Protect, antes que esta também fosse alvejada. Infelizmente os felinos chegaram tarde demais para a raposa de fogo.

Margareth gritava apavorada, correndo em direção de sua Pokémon. Não poderia perdê-la. Ela deveria ter só desmaiado, não é? Ninetales só precisa dela perto, para pretege-la e cuidar dela, até que despertasse, não é? A raposa não a deixaria... Não poderia deixá-la.

Os passos de Margareth foram interrompidos por Arbok e uma granada. A serpente sabia que a ruiva estava fora de si e que não suportaria perder mais alguém. Entretanto a cobra preferia dar essa dor a sua treinadora a deixá-la morrer. Margareth, em seu desespero, se colocou em risco. Seria culpa dos cadetes a morte de sua serpente? Ou dos gangsters que lançaram a granada? Talvez fosse sua, por ter se exposto, deixando a Arbok somente o sacrifício para lhe proteger... Não importava na verdade. A única coisa que importava era o som retumbante no ouvido da ruiva e o corpo destroçado da serpente que servira como escudo para lhe proteger. O sangue do próprio Pokémon e os pedaços de sua carne sobre si jamais seriam esquecidos. A lembrança das folhas de Torterra caindo misturavam-se ao sangue de Ninetales e Arbok em sua mente e acompanhavam cada vez mais seus gritos.

Margareth gritava cada vez mais alto. Seus gritos já não eram humanos, carregados de dor e desespero. Suas palavras não faziam sentido. A mulher chamava por Ninetales, dizendo que era a Pokémon mais mimosa que já vira e que brincadeiras daquele tipo não tinham graça. Implorava para que acordasse. Suas mãos tocavam o corpo desfigurado de Arbok, pedindo para que a serpente sempre tão fofa e amável ajudá-la a despertar a raposa.

Como nenhuma das duas respondeu, Margareth gritou por Gardevoir. A psíquica limpou os olhos cobertos de lágrimas e olhou para sua treinadora. A dor da perda a fizeram interpretar errado os cadetes que puxavam a mulher para longe da batalha. Disposta a nunca mais se afastar e jamais permitir que Margareth sofresse, a Pokémon se preparava para atacar o lado errado. Com a guarda baixa, a psíquica foi alvo das balas que antes os Persian haviam bloqueados. O olhar de Margareth se arregalava. As lágrimas cessavam momentaneamente, assim como sua luta e seus gritos. Lentamente ela via a psíquica cair ao lado de Ninetales, também sem vida.

Mais uma vez a mulher voltava a lutar, agora completamente insana. Havia perdido tudo, absolutamente tudo, por aceitar ajudar aos cadetes. Já não lhe importava o vilarejo que ajudara a proteger. Sua casa agora era alvo de um Hyper Raio e o lado esquerdo desabava. A foto da gladiadora e seus quatro pokémons caia no chão. O vidro do porta retrato quebrava quando o pequeno bonsai caia sobre ele, destruindo o vaso também. A memória de Torterra agora ganhava três novas companheiras.

Margareth alegava ouvir uma música e chamava sua Gardevoir para dançar consigo, sua pequena bailarina, como tantas vezes fizeram no passado. A sanidade longe do corpo da ruiva, que clamava para que suas Pokémon voltassem para si. A mulher gritava para Arceus, amaldiçoava os cadetes e, pela última vez em vida, era capaz de formular uma frase coerente. Jamais alguém a viria sã novamente. Seus pokémons não atendiam mais ao seu chamado e a ruiva se fechava em um mundo onde eles nunca teriam morrido. Os nomes dos monstrinhos constantemente trocados em sua boca. As palavras sem sentido. O vilarejo salvo. A mulher eternamente perdida na loucura.
Alice
Alice


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Mensagem por Orpheu em Sab 08 Fev 2014, 19:58

Por Arceus ç~ç

Margareth perdeu tudo que tinha de mais precioso em um dia. Agora entendo a perda de sanidade dela. Essa mulher sofreu demais.

Com certeza essa foi a melhor fic que eu já li e também a mais triste, das postadas aqui no fórum (essa música quase me faz entrar em depressão também) ;-;

Tá de parabéns pela Fic!
Orpheu
Orpheu


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Mensagem por Kyoichi Komuro em Sab 08 Fev 2014, 20:31

Vou chorei Ç.Ç

Sério isso foi triste, quase chorei, de longe a melhor fic do fórum.
Kyoichi Komuro
Kyoichi Komuro


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Mensagem por Avi Kaplan em Sab 08 Fev 2014, 21:10

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Muito boa a fic, da vontade de abraçar a loca e-e
Avi Kaplan
Avi Kaplan


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Mensagem por Panda.Hero em Sab 08 Fev 2014, 22:03

Coitada ;--;

Ótima escrita e ótima narração ç-ç

Panda.Hero


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Mensagem por Naruub em Dom 16 Nov 2014, 20:15

Mais um texto que me fez chorar, caramba, em alguns minutos tinha tudo, em outro, não tinha mais nada, muito triste...
Naruub
Naruub


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