IV - Somebody Told Me

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Mensagem por Titânia Ragnar em Qua 22 Jul 2015, 19:46

OFF:
Olá narrador(a) o/ seja bem-vindo(a) à minha rota e espero sinceramente que possamos nos divertir juntos :)

A viagem para Kalled não foi tão rápida e nem tão tranquila quanto eu ansiava. Éren parecia entediado de ficar apenas sentado em um banco de trem e resolveu que seria uma boa ideia sair correndo pelos corredores com o trem em movimento. Bem, ele desistiu após o primeiro choque contra a parede do vagão, para o meu alívio. E para o meu sofrimento, ele decidiu que meus colos eram um bom lugar para dormir, mas isso também não durou muito e ele acabou rolando "acidentalmente" para o chão. Aparentemente os outros passageiros não se incomodavam muito com isso, ou simplesmente não queria comentar o caso.

Na minha cabeça passavam-se diversas coisas para que eu pudesse me preocupar com as trapalhadas do meu hiperativo companheiro de viagem. Ainda ficava na dúvida se havia possibilidade de ter sido ligada ao ataque em Elektrowni que resultou na queda de energia em cidades como a própria Kalled. Se sim, eu estava em apuros: não só cadetes iriam me caçar, pois a líder dos Armagedons não deveria estar nada contente com minhas ações. A queda de energia na cidade deveria tê-la preocupado bastante e atrapalhado seus planos. Eu sei que estou acima de toda essa coisa de briga de gangues, mas enquanto eu tivesse a "proteção" de Mina, eu teria menos a temer. E eu planejava abusar bastante dessa "proteção"...

Ainda tinha o episódio da foto e todo o mistério envolvendo o passado de Éren. Aquilo me intrigava e deixava curiosa, mas não era minha maior preocupação no momento. Algo me dizia que logo todas as questões sobre ele estariam resolvidas. Me atentava sobre meu objetivo naquela cidade: conseguir informações sobre Titânia além de uma licença falsa que tornasse meus disfarces mais convincentes. Claro, acho que teria que começar a marcar meu belo corpo com tatuagens também, apenas para aumentar o realismo. Pensava em outras táticas que me ajudassem com o disfarce. Pintar a pokébola de Hellant de branco e forjar um certificado de adoção também não eram más idéias. Não é fácil admitir isso, mas tudo naquela cidade me deixa com o pé atrás. E espero sinceramente não topar com um cartaz de procurada exibindo minha foto por ai.

O desembarque teria sido tranquilo, se Éren não começasse a reclamar de uma mala extraviada que ele nunca havia possuído. Dou uma bronca nele pra que parasse de chamar atenção, me desculpo com os empregados da estação e saio arrastando o crianção pelo braço.

-E então, acho que eu preciso do meu disfarce o mais rápido possível. Vamos direto atrás de seu contato.
Titânia Ragnar
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Mensagem por Henri Sollari em Sex 24 Jul 2015, 12:24

off: olha eu de novo XD

O trajeto para Kalled não fora tão rápido quanto a apocalipse esperava. Além da demora, outra coisa atrapalhava ainda mais a viagem: o fator Eren. O jovem era muito impulsivo e não parava quieto. Primeiro, o armagedon resolveu dar uma corrida pelo trem em movimento. Após se chocar com uma parede, ele resolveu se aquietar. Mas resolveu se aquietar no colo de Titânia. “Acidentalmente” o jovem caiu no chão e decidiu ocupar o outro banco.

Titânia ainda pensava sobre sua missão em Electrowni. Graças a ela, Kalled ficou sem luz por algumas horas, o que pode ter deixado Miya muito irritada. A única preocupação era que a apocalipse não estivesse ligada ao ataque. Se alguma câmera de segurança captou os rostos de Titânia e Eren, eles estariam em apuros. Talvez Eren estivesse em uma situação pior. A gangue poderia colocá-lo como traidor e persegui-lo. Mina protegeria Titânia, mas quem seria a favor do armagedon. Talvez somente a influência de Lilith.

A jovem repassava na cabeça seus objetivos na cidade das areias e se lembrava da foto de Eren. O passado do jovem ainda era desconhecido e a foto intrigava a apocalipse. Mas isto ficaria para depois. O apito do trem já anunciava a chegada em Kalled.

Eren se aproximou do balcão e começou a reclamar de uma bagagem que havia sido extraviada. O jovem queria lucrar um pouco, mas estava começando a chamar a atenção das pessoas. Titânia se aproximou rapidamente se desculpando com os funcionários e saiu arrastando o hiperativo.

── Poxa, flor! Eles estavam quase acreditando ── Eren era arrastado enquanto fazia um bico de birra. Quando saíram da estação, Titânia lembrou sobre os documentos falsos. ── Flor, você não poderá ir comigo. Meu contato é um Armagedon. Ele nunca fará um favor para uma Apocalipse. Deixe isso comigo. Eu consigo para você. Aqui está o meu número e é bom você me passar o seu. Quando eu estiver com tudo pronto, eu te aviso. Por ora, precisamos nos separar ── o jovem se aproximou com cuidado e falou próximo ao ouvido da jovem ── Aqui é território Armagedon. Se eles souberam quem você é, nós dois estamos em encrenca. Por isso não poderemos andar juntos abertamente. Somente às escondidas ── o jovem abriu o sorriso arteiro e piscou para a jovem. Eren se afastou e desapareceu pela Rua Vulcão.
Henri Sollari
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Mensagem por Titânia Ragnar em Seg 27 Jul 2015, 18:12

OFF:
Olá o/

Éren mudava completamente sua conduta. Todas aquelas recomendações de cautela vindo da parte dele me deixavam um pouco assustada. Ainda mais quando eu sabia que a situação dele era bem pior do que a minha, já que nossa pequena aventura em Electrowni poderia ser encarada como uma traição à gangue. Eu nem tinha tempo de pensar sobre isso e já começava a ouvir suas reclamações acerca da minha interrupção à sua tentativa de golpe.

-Eles nunca iriam cair nessa, seu idiota. Sobre as identidades: faça pelo menos duas: uma de cadete e outra de gladiadora. Aqui está meu número, mas só me ligue se for importante. Por ora... Acho que vou fazer check-in no Kazumi e procurar algum treinamento...
Titânia Ragnar
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Mensagem por Henri Sollari em Qua 29 Jul 2015, 18:55

Titânia ficava um pouco assustada com as precauções que teria que ter em Kalled. Aquele terreno era perigoso para qualquer apocalipse. Principalmente para a apocalipse que deixou a cidade às escuras. A jovem explicou sobre as entidades para Eren e entregou o número do celular para o jovem. O próximo passo seria o Kazumi.

A jovem seguiu pelas ruas de Kalled. O calor parecia ser insuportável e as areias quentes eram muito incômodas. O estrago na cidade, devido ao apagão, não era grande. Havia sinais de pilhagem, mas não na mesma quantidade que em Twister. Miya conseguiu manter a cidade sob controle com mais competência do que os cadetes em Twister.

Titânia entrou na rua dos Estudantes e virou na rua Garchomp. O hotel Kazumi se destacava entre as casas comuns. A jovem atravessou a porta automática e sentiu a diferença de temperatura. O interior do Kazumi estava com uma temperatura muito boa, nem um pouco parecida com o calor das ruas.

Um elegante homem com um terno branco se aproximou da jovem com um olhar neutro.

IV - Somebody Told Me HkCzXfK

── Bom dia, senhorita! Me chamo Santiago Queen, o gerente deste hotel. Em que posso ajuda-la?
Henri Sollari
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Mensagem por Titânia Ragnar em Qua 29 Jul 2015, 22:13

Titânia estava apreensiva. Não era só pelo fato de saber que estaria sendo caçada por Kalled, caso descobrissem sua presença na cidade, mas também por que temia deixar Eren vagando por ai sem sua presença para controlá-lo.

Outra coisa que incomodava era o calor, além da areia que cobria as ruas e era carregada pelo vento. Provavelmente quando fosse tomar banho acharia grãos em lugares inimagináveis, mas tudo isso pareceu desaparecer quando entrou no Hotel Kazumi. Provavelmente o lugar mais seguro para ela naquela cidade.

O gerente desse hotel parecia mais solicito do que o de Twister, mas a pergunta pareceu deixar Titânia um tanto surpresa: afinal, não eram os gerentes aqueles que diziam serem capazes de reconhecer qualquer gangster?

-De todas as pessoas, nunca imaginei que um gerente me perguntaria isso. Bem, o de sempre: alojamento. Comida não me faria mal... Ah, e um lugar onde eu pudesse treinar...
Titânia Ragnar
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Mensagem por Henri Sollari em Qui 30 Jul 2015, 21:01

A gangster estranhava a neutralidade do gerente. Se ele sabia quem ela era, por que agira assim? A jovem pediu por um quarto e comida. Santiago foi até o balcão e pegou algo. O homem se aproximou de forma cortês e entregou a chave do quarto.

── Discrição é a alma do negócio. Pensei que entenderia. É muito corajosa por estar aqui depois do que fizeste em Electrowni. Cuidado com Ho-oh! ── o homem deu um sorriso simpático e se afastou um pouco. ── Acredito que saiba a direção do quarto, senhorita. O centro de treinamento fica um andar abaixo do alojamento.

O gerente só fez o péssimo favor de lembrar a Titânia o risco que ela sofria por estar em Kalled. Mas ela não se renderia ao medo. Aquela que um dia será a rainha de Shinki não pode temer os obstáculos. Tudo isso será cantado como hinos em sua honra.

A jovem seguiu pelo corredor e desceu para o subsolo. A rede de hotéis seguia o mesmo padrão. O corredor do alojamento era idêntico ao de Twister. A jovem achou o número do quarto que havia no chaveiro e encontrou o quarto sem demora.

O quarto era do mesmo estilo. Nada a mais; nada a menos. Antes que pudesse relaxar um pouco, Titânia sentiu o celular vibrando. A jovem abriu o aparelho e leu a mensagem.
número desconhecido escreveu:Soube que alguns Armagedons tem tentado negociar Pokémons com a Seita de Giratina... Vamos colocar um pouco de inimizade ai no meio. Invada a Seita, roube quatro iniciais aleatórios para mim, deixe uma pelúcia de Ho-oh sobre a pedra de sacrifícios deles e fuja sem ser vista.
Henri Sollari
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Mensagem por Titânia Ragnar em Sex 31 Jul 2015, 00:03

Titânia teria que aprender a duras penas como ser discreta, afinal a falta de discrição ali poderia custar-lhe a própria vida, e lembrar-se disso pelas palavras do gerente fazia um arrepio lhe percorrer a espinha. Agitando a cabeça para os lados como se negando a ideia de ter medo - ela era Titânia Ragnar, os outros que deveriam temê-la - ela pegava a chave do quarto, mas proferia uma recomendação: "cuidado com Ho-oh". Uma clara menção aos Armagedons, posto que a ave era seu símbolo, como a Lugia era símbolo dos Apocalipses. Acenando com a cabeça, ela pegou a chave e dirigiu-se ao quarto, apenas para guardar seus pertences e iniciar o treino, mas ao abrir a porta percebeu que o treino teria que esperar. Ela tinha uma missão: invadir o templo de Giratina para roubar pokémons, mas antes de tudo, precisava arranjar uma pelúcia de Ho-oh.
Titânia Ragnar
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Mensagem por Henri Sollari em Dom 02 Ago 2015, 16:09

As missões de Titânia estavam sendo perigosas. A primeira fez com que ela mexesse indiretamente com a gague Armagedon. Agora, ela iria se envolver com os giratinistas. A jovem deixou as coisas no quarto e voltou para o andar superior. O treino iria esperar. A apocalipse passou pelo Hall, onde viu o gerente atendendo algumas pessoas, e deixou o hotel.

As ruas cálidas não eram convidativas. Mais uma vez o celular vibrava. Outra mensagem havia chegado.

Eren escreveu:Boas notícias! Jack não está na cidade. Acredite, flor, se ele estivesse em Kalled, ele te rastrearia. Me encontrarei com meu contato daqui a uma hora. <3

Titânia não conhecera esse tal de Jack, mas ao menos era uma preocupação a menos na cidade. Ela precisaria se focar na missão. Invadir o Templo para roubar quatro pokémons não será uma tarefa simples. Por ora, ela precisa conseguir uma pelúcia do lendário Ho-oh.

Quando deu por si, Titânia percebeu que chegara na Avenida Sandstorm.
Henri Sollari
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Mensagem por Titânia Ragnar em Dom 02 Ago 2015, 18:35

Saindo do hotel, Titânia nem teve tempo de reparar o quão perigosas suas missões estavam ficando, e sentiu no bolso o celular vibrando: uma mensagem de Eren avisando que Jack - seja lá quem fosse - não estava na cidade e que por isso ela poderia ficar mais tranquila. Ignorando completamnte quem quer que fosse o dito-cujo, a arruaceira pelo menos ficava feliz em saber que tinha uma razão para se tranquilizar.

Acabando por fazer uma caminhada randômica, Titânia ia parar na Avenida Sandstorm. Como não conhecia muito bem a cidade, ela decidia perguntar para algum transeunte onde se localizava a Brincar e Viver mais próxima, já que julgava ser o lugar mais óbvio onde poderia encontrar uma pelúcia de Ho-oh.
Titânia Ragnar
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Mensagem por Henri Sollari em Qua 05 Ago 2015, 15:41

off: desculpe a demora =x minha net tá péssima desde a semana passada DX

Titânia andou um pouco perdida até se localizar na Avenida Sandstorm. A jovem estava à procura de alguma loja onde pudesse conseguir uma pelúcia de Ho-oh. Certamente poderia encontrar algo na Brincar é Viver. A apocalipse se aproximou de um homem que caminhava com uma maleta em uma das mãos. A melhor forma de encontrar um lugar em uma cidade desconhecida é perguntar a alguém. O homem a olhou de cima a baixo antes de começar a falar.

── Nova na cidade? Entre na rua da Cascata ── o homem apontava para uma rua um pouco atrás ── você conseguirá avistar o prédio. Minha filha adora pelúcias.

O homem acenou e continuou seu trajeto. Era muita estranho ele ter comentado sobre pelúcias, mas talvez tenha sido somente coincidência. A jovem entrou na rua da Cascata e, depois de caminhar um pouco, identificou o slogan da loja Brincar é Viver.
Henri Sollari
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Mensagem por Titânia Ragnar em Qua 05 Ago 2015, 21:57

OFF:
Sem problemas ^^

Não demorava para que Titânia conseguisse informações acerca da loja de brinquedos com alguém: um homem o qual a jovem estranhou um comentário sobre pelúcias, mas tendo em vista que era o tipo de produto que se encontrava em tal loja, achou melhor revelar, mesmo continuando com uma pulguinha atrás da orelha.

Não demorou para que chegasse à tal loja de brinquedos, entrando na Rua Cascata. Como não queria perder tempo, saiu olhando pelas gôndolas até identificar a sessão de pelúcias e logo pôs-se a procurar pela ave lendária.
Titânia Ragnar
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Mensagem por Henri Sollari em Qui 06 Ago 2015, 16:46

Estar em Kalled era como estar pisando em ovos ou em uma casa de vidro. Um simples comentário podia ser algo inofensivo ou uma ameaça. Titânia tentava relevar a situação e mantinha-se concentrada na missão, mas com a guarda em alta.

A jovem adentrou a loja de brinquedos e o som de um sino acusou sua chegada. O clima frio proporcionado pela central de ar era refrescante. Algumas crianças acompanhadas por seus pais pareciam se sentir em casa entre tantos brinquedos.

Titânia começou a andar pelos corredores atrás de sua pelúcia. A loja era organizada e era dividida em sessões. Após passar pelas sessões de jogos de tabuleiro e dos jogos eletrônicos, a apocalipse encontrou a enorme sessão das pelúcias. Tudo era bem organizado por tamanho e evolução dos pokémons. Após alguns minutos, a jovem encontrou uma pelúcia média do lendário Ho-oh. A gangster a pegou e se dirigiu ao caixa.

── Bela escolha! Eu adoro esse pokémon! ── a atendente abria um sorriso simpático ── Diz a lenda que o Ho-oh tinha a capacidade de ressuscitar os mortos e de conceder a eterna felicidade a alguém. Isto não é magnífico!? Pena que ele está extinto. Ah, sim! A pelúcia custa 30 Pk$. Desculpe-me pela minha empolgação.
Henri Sollari
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Mensagem por Titânia Ragnar em Qui 06 Ago 2015, 22:33

Por sorte, não foi difícil para Titânia encontrar o brinquedo que procurava, levando-o logo em seguida para o caixa, querendo sair dali o mais rápido possível. A atendente disse algo sobre felicidade eterna, e a apocalipse não pôde deixar de se imaginar coberta de jóias e nadando em dinheiro. Agradeceu à moça, e pagou o preço devido. Agora rumava para o Templo de Giratina onde esperava concluir sua missão o mais rápido possível.
Titânia Ragnar
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Mensagem por Henri Sollari em Seg 10 Ago 2015, 21:31

Ouvir a história sobre felicidade eterna fez com que Titânia se imaginasse repleta de joias e riquezas. Os mitos que envolviam os pokémons lendários eram muito interessantes e alimentavam a mente de qualquer um. A apocalipse agradeceu e pagou pela pelúcia. O desejo da jovem era acabar logo com aquela missão e se focar em suas próprias necessidades.

Pedindo mais algumas informações, a jovem começou a andar em direção à rua Landorus. O calor era intenso e a areia incomodava ainda mais. Depois de alguns minutos, ela conseguiu avistar o templo que se erguia de forma majestosa e ameaçadora ao mesmo tempo.
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Mensagem por Titânia Ragnar em Sex 14 Ago 2015, 16:16

Uma vez que tinha a pelúcia em mãos, Titânia não tardava em sair da loja, rumando para o Templo de Giratina, um pouco incomodada com a areia que cobria as ruas. Teria que tomar um banho assim que voltasse ao hotel, pois provavelmente, tal como uma ida à praia, a essa altura já teria grãos escondidos em todos os lugares do corpo.

Finalmente, dava no templo e uma dúvida surgia: entrar pela porta da frente, ou esgueirando-se pelos corredores? Bem, observaria um pouco mais a procura de uma oportunidade.
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Mensagem por Henri Sollari em Seg 17 Ago 2015, 12:16

A jovem começava a pensar em seu plano. Primeiramente, ela precisaria decidir se entraria pela porta da frente ou procuraria outra entrada mais discreta. Titânia observou a porta da frente e percebeu que a mesma estava encostada. A apocalipse se dirigiu para os lados do templo à procura de outra entrada. O lado esquerdo possuía apenas as grandes janelas em estilo medieval; o vidro escuro não possibilitava a visão interna do local. O lado direito do templo possuía a mesma disposição de janelas, mas, rente ao chão, havia uma janela de porão cuja única proteção eram algumas frágeis barras de ferro; a entrada era pequena, mas era o suficiente para uma pessoa de proporções medianas.
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Mensagem por Titânia Ragnar em Sex 28 Ago 2015, 14:50

OFF:
Falta tempo, falta criatividade, desculpe pelo post abaixo, rs

Analisando todas as suas possibilidades de entrada no Templo de Giratina, Titânia não parecia ver nenhum impeditivo real à sua entrada. Entretanto, pôde perceber uma entrada bem frágil, cuja proteção não parecia menos insegura. Dirigindo-se à entrada do porão, Titânia segurava uma das barras e puxava, a fim de provar a sua resistência, na tentativa de forçar sua entrada.
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Mensagem por Henri Sollari em Dom 30 Ago 2015, 20:44

off: Sem problemas. Isso acontece com qualquer um comigo também XD

Titânia avaliou as oportunidades para adentrar o templo e optou por forçar as barras de ferro. A jovem se aproximou e forçou uma das barras. Ela estava desgastada desgastada e saiu com um pouco de esforço. Um olhar mais acurado poderia jurar que aquelas barras já foram retiradas antes. Titânia retirou as barras restantes e se esgueirou para dentro do porão.

O porão estava um pouco escuro, mas era possível enxergar tudo o que havia ali. O local estava repleto de caixas de madeira todas lacradas. O chão e o teto estavam repletos de poeira e teias produzidas por algum pokémon. Mais ao centro era possível observar um móvel coberto por um lençol branco. Em um dos cantos do porão, a apocalipse avistou correntes que ficavam presas à parede. Por fim, uma escada de madeira levava para a porta do porão. Aparentemente, a porta parecia estar trancada.
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Mensagem por Titânia Ragnar em Ter 08 Set 2015, 11:20

OFF:
Monografia chegou com tudo agora :(

Forçando sua entrada no templo através das barras de ferro desgastadas, Titânia dava no porão do estabelecimento. Estranhou um pouco a facilidade para conseguir adentrar, mas também pensava que ninguém era louco o suficiente para invadir a sede dos giratinistas. Ou será que não?

Aliás, o porão parecia ser tão sinistro quanto deveria ser o porão de uma seita obscura. Correntes, poeira e teias de aranha complementava um cenário digno de um filme de terror. Agora tinha um problema maior: como sair daquele porão, além de ainda ter que descobrir onde encontrar os iniciais dos religiosos. Apenas por desencargo de consciência tentava abrir algumas das caixas de madeira. Mesmo que não encontrasse os pokémon ali - o que provavelmente não aconteceria mesmo, pois nada era tão fácil assim na vida da arruaceira - ela pelo menos poderia encontrar algo que lhe seria útil na sua jornada, ou pelo menos na missão.
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Mensagem por Henri Sollari em Qua 09 Set 2015, 15:27

off: Vixe Õ.o imagino a correria

Entrar no templo ainda era o primeiro passo. Titânia ainda precisaria encontrar um meio de sair do porão, encontrar os iniciais e deixar a pelúcia no altar principal. A jovem começou a olhar as caixas de madeira à procura de algo útil.

A primeira caixa continha alimentos não-perecíveis. A próxima estava repleta de vestimentas cerimoniais: capas negras com detalhes em vermelho vivo e as famosas adagas dos giratinistas.

A apocalipse estava avaliando o que poderia ser útil para ela quando ouviu um barulho vindo das escadas. A jovem se escondeu atrás de algumas caixas e observou. Dois giratinistas desciam para o porão, um casal de jovens. A garota parecia mais impaciente enquanto o garoto parecia um pouco nervoso.

— Eu não vim para cá para ser babá de novatos — a jovem revirava os olhos impacientemente — Ande logo, há material novo ali naquela caixa — a jovem indicava justamente a caixa em que Titânia olhara antes. — Que tipo de pessoa perde a própria adaga!?

— Sinto muito, não acontecerá novamente — o jovem se aproximou da caixa e a abriu analisando o conteúdo de dentro. O jovem pegou uma adaga nova e a guardou na bolsa que levava.

— Vamos.

Titânia ouviu os passos se distanciarem e subirem as escadas. A apocalipse ouviu a jovem mandar deixar o porão aberto, porque em poucos minutos viria alguém recolher o material para guardar em um depósito
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Mensagem por Titânia Ragnar em Sab 12 Set 2015, 16:16

OFF:
Sim, quase não to dando conta dos meuss personagens de RPG xD

Uma entrada relativamente fácil no templo não garantia a Titânia uma missão facilmente cumprida. Nada nas caixas que pudessem auxiliar a gangster em sua missão, entretanto para a sua sorte surgia uma dupla improvável naquele cenário. Após se esconder prontamente e escutar o que tinham para conversar, a jovem percebeu que Arceus - ou quem sabe Giratina, tendo em vista o cenário - parecia olhar para ela, e a porta permaneceu destrancada após a saída dos dois religiosos.

com toda a cautela do mundo, a jovem subiu as escadas e abriu a porta calmamente, espiando se era seguro sair do cômodo.
Titânia Ragnar
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Mensagem por Henri Sollari em Dom 13 Set 2015, 17:20

Arceus ou Giratina pareciam estar cuidando da apocalipse. A porta do porão permaneceu aberta deixando assim o caminho livre para a jovem. Titânia subiu as escadas e parou próxima à porta. A jovem olhou com cuidado a dupla de giratinistas virarem o corredor e sumirem.

A porta do porão ficava no final de um extenso corredor. De onde estava, a gangster conseguiu avistar várias portas de cada lado do corredor. Havia uma saída para a esquerda (onde a dupla havia virado) e outra para a direita. Apesar de estar de dia, a luz não entrava muito bem no templo e a iluminação era garantida apenas por algumas velas que ficavam presas à suportes nas paredes.
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Mensagem por Titânia Ragnar em Dom 13 Set 2015, 18:23

De fato, o portão encontrava-se destrancado. Alguém lá em cima realmente olhava por Titânia, que mais do que depressa, ao confirmar que não havia ninguém no corredor, saiu do porão, analisando o cenário.

-Velas. Como se esse lugar não pudesse ficar mais macabro... Vamos ver, se eu fosse um membro de uma seita obscura e de objetivos duvidosos, onde eu esconderia meus pokémons?

Muitas portas e duas saídas. Não sabia quando alguém poderia aparecer. Não é como se ela tivesse medo de ter que enfrentar alguns palhaços que sacrificam pokémon, mas simplesmente não poderia ser descoberta. Todas as portas pareciam ser ordiárias demais para estar protegendo os pokémons, por isso resolveu seguir na direção oposta em que a dupla de religiosos fora.
Titânia Ragnar
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Mensagem por Henri Sollari em Ter 15 Set 2015, 14:13

Os giratinistas sabiam deixar um ambiente macabro e assustador. Titânia analisou bem as opções e decidiu seguir pelo caminho da direita. A escolha parecia ter sido a melhor. As portas do corredor pareciam ser apenas dos dormitórios e seria uma péssima ideia invadir um quarto de um giratinista. Quando a jovem chegou na bifurcação, ela olhou para a direção que a dupla havia tomado. O caminho parecia levar para o salão principal do Templo.

A gangster seguiu pelo corredor da direita e se viu diante de duas escadas. Uma levava para o andar superior e a outra levava para o subsolo. Enquanto pensava qual direção tomar, a jovem escutou vozes se aproximando da direção que ela havia vindo.
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Mensagem por Titânia Ragnar em Qua 16 Set 2015, 15:56

Parecendo ter feito a escolha mais acertada, Titânia prosseguia pelo corredor do templo esperando deixar todos os seguidores de Giratina para trás.

Seguindo seu caminho, foi ter a duas escadarias. Uma subindo, outra descendo. E então novamente seu pensamento foi "se eu fosse uma giratinista o que eu faria?" a resposta parecia óbvia para ela: o subsolo. A decisão foi apressada pela chegada repentina de vozes chegando próximo a ela, então, começou a descer o mais rápida e silenciosamente possível as escadas.
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